Os telões permitiam uma melhor visibilidade para quem estava mais atrás e uma intérprete de Libras se comunicava com os deficientes auditivos. O Hino Riograndense abriu o conserto, e foi entoado por milhares de vozes.
A disputa por sombra e espaço no gramado começou cedo, antes mesmo do espetáculo ter início. Famílias se reuniram para apreciar a música e amigos marcaram encontro na Redenção.
“Estou gostando um monte. Acordei a família cedo e a trouxe para o parque. São os meus vizinhos que estão tocando. Tem músicos do Nenhum de Nós e da Ospa que eu conheço”, explicou o funcionário público Ivo Eduardo Azevedo, de 54 anos, que estava com a esposa e a filha.
Com cadeiras de alumínio, os amigos de Adenílson Souza de Lima, de 42 anos, curtiam o show a poucos metros do parque. “O dia está propício para um evento desses. Viemos armados de cadeiras e chimarrão para aproveitar melhor os espetáculos”, comentou o aposentado.
A apresentação foi promovida pela Souza Cruz em comemoração pelos seus 110 anos, e teve o apoio da Prefeitura de Porto Alegre.