A obra de Jevtic no Concerto é envolta por dois enigmas. Um deles está por trás de “Enigmática”, do paranaense Renato Segati (1991), que ganha estreia mundial e abre o programa. Premiada no Concurso Ospa para Jovens Compositores, “Enigmática” brinca com possibilidades sonoras geradas a partir de coleção ordenada de nove notas, cada uma delas relacionada a uma letra de um nome próprio composto. O outro enigma é o que rendeu o apelido das “Variations on an Original Theme”, do inglês Edward Elgar (1857-1934), também conhecida como “Variações Enigma”, de 1899, que encerra o concerto. A obra é constituída por um tema e 14 variações, cada uma motivada por características de um amigo do compositor, intitulada pelas iniciais.
Ospa tem concerto oficial nesta terça-feira, no Teatro Dante Barone
Violoncelista sérvio Viktor Uzur e o maestro japonês Kiyotaka são os convidados
O violoncelista sérvio Viktor Uzur e o maestro japonês Kiyotaka Teraoka são os convidados especiais no concerto da Ospa, nesta terça-feira, às 20h30min, no Teatro Dante Barone da Assembleia Legislativa (praça Marechal Deodoro, 101). Maestro titular da Orquestra Sinfônica de Osaka, Teraoka mais uma vez rege a Ospa; Uzur interpreta “Cello Symphony”, escrita em 1995 por seu conterrâneo, Ivan Jevtic, compositor que entre 1997 e 1999 foi professor na Universidade Federal de Pelotas. Uzur apresenta-se pela primeira vez com a Ospa neste concerto; formado pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscou, Uzur está radicado nos Estados Unidos, onde concluiu doutorado na Michigan State University e é professor da Weber State University. Teraoka é graduado pela Universidade Waseda, em Tóquio.
A obra de Jevtic no Concerto é envolta por dois enigmas. Um deles está por trás de “Enigmática”, do paranaense Renato Segati (1991), que ganha estreia mundial e abre o programa. Premiada no Concurso Ospa para Jovens Compositores, “Enigmática” brinca com possibilidades sonoras geradas a partir de coleção ordenada de nove notas, cada uma delas relacionada a uma letra de um nome próprio composto. O outro enigma é o que rendeu o apelido das “Variations on an Original Theme”, do inglês Edward Elgar (1857-1934), também conhecida como “Variações Enigma”, de 1899, que encerra o concerto. A obra é constituída por um tema e 14 variações, cada uma motivada por características de um amigo do compositor, intitulada pelas iniciais.
A obra de Jevtic no Concerto é envolta por dois enigmas. Um deles está por trás de “Enigmática”, do paranaense Renato Segati (1991), que ganha estreia mundial e abre o programa. Premiada no Concurso Ospa para Jovens Compositores, “Enigmática” brinca com possibilidades sonoras geradas a partir de coleção ordenada de nove notas, cada uma delas relacionada a uma letra de um nome próprio composto. O outro enigma é o que rendeu o apelido das “Variations on an Original Theme”, do inglês Edward Elgar (1857-1934), também conhecida como “Variações Enigma”, de 1899, que encerra o concerto. A obra é constituída por um tema e 14 variações, cada uma motivada por características de um amigo do compositor, intitulada pelas iniciais.