O músico Paul McCartney aderiu à campanha a favor das integrantes do grupo russo Pussy Riot, que estão presas e podem ser condenadas por causa um protesto contra o presidente russo, Vladimir Putin, realizado em uma catedral de Moscou em fevereiro deste ano. O ex-beatle publicou em seu site oficial nesta quinta-feira uma mensagem de apoio às artistas. “Queridas Nadya, Katya e Masha. Escrevo para mostrar o meu apoio a vocês neste momento difícil. Quero que vocês saibam que espero que as autoridades russas apoiem o príncipio de liberdade de expressão para todos os cidadãos e que não lhes castiguem pelo protesto”, escreveu o britânico.
Paul McCartney disse ainda que ele "e muitos outros que acreditam na liberdade de expressão farão tudo o que estiver ao alcance para apoiá-las e a ideia da liberdade artística". Outros músicos como Madonna e
a artista canadense Peaches manifestaram apoio às Pussy Riot.
Em fevereiro deste ano, três integrantes da banda fizeram uma apresentação na catedral de Moscou. Usando máscaras, elas cantaram contra o presidente Vladimir Putin uma canção chamada de "Maria mãe de Deus, expulsa Putin". Elas podem ser condenadas por vandalismo. O veredicto será pronunciado nesta sexta-feira.