A partir do livro homônimo do rabino Nilton Bonder, a atriz faz suas indagações, escrevendo o texto com o intuito de mobilizar o pensamento e a emoção do espectador moderno, a partir da construção e desconstrução de conceitos de corpo, alma, traidor e traído. A base da narrativa é formada pelo velho testamento, parábolas de sabedoria judaica e informações histórico-científicas. A peça traz o flerte da religião com a biologia, tendo sido vista por mais de 260 mil pessoas, nos sete anos em que está em cartaz. Por sua atuação, Niskier ganhou os prêmios Qualidade Brasil (2008) e Shell de Melhor Atriz (2007).
Peça “Alma Imortal” chega ao Theatro São Pedro
Com direção de Amir Haddad, espetáculo apresenta questionamentos de corpo, alma e traição
Fazendo uso de seu corpo, uma cadeira e um tecido preto, que a permite passear por diversos figurinos, Clarice Niskier sobe ao palco do Theatro São Pedro (Praça da Matriz, s/n) neste sábado, às 21h e domingo, a partir das 18h, em “Alma Imoral”. A direção é de Amir Haddad.
A partir do livro homônimo do rabino Nilton Bonder, a atriz faz suas indagações, escrevendo o texto com o intuito de mobilizar o pensamento e a emoção do espectador moderno, a partir da construção e desconstrução de conceitos de corpo, alma, traidor e traído. A base da narrativa é formada pelo velho testamento, parábolas de sabedoria judaica e informações histórico-científicas. A peça traz o flerte da religião com a biologia, tendo sido vista por mais de 260 mil pessoas, nos sete anos em que está em cartaz. Por sua atuação, Niskier ganhou os prêmios Qualidade Brasil (2008) e Shell de Melhor Atriz (2007).
A partir do livro homônimo do rabino Nilton Bonder, a atriz faz suas indagações, escrevendo o texto com o intuito de mobilizar o pensamento e a emoção do espectador moderno, a partir da construção e desconstrução de conceitos de corpo, alma, traidor e traído. A base da narrativa é formada pelo velho testamento, parábolas de sabedoria judaica e informações histórico-científicas. A peça traz o flerte da religião com a biologia, tendo sido vista por mais de 260 mil pessoas, nos sete anos em que está em cartaz. Por sua atuação, Niskier ganhou os prêmios Qualidade Brasil (2008) e Shell de Melhor Atriz (2007).