Durante o primeiro semestre de 2011, Marina Mendo, Lisandro Bellotto, Simone Rasslan e Patrícia Fagundes ministraram a oficina "Matérias da Cena - Linguagens Festivas", a partir da qual desenvolveu-se a peça com alunos do nível Avançado, recriando a linguagem cênica investigada pela companhia. A partir de referências de cinema, literatura policial, episódios reais, contos e poemas de universos marginais, o espetáculo assume uma composição polifônica que valoriza a "fisicalidade", o humor, a relação entre ator-espectador e a musicalidade da cena; a música é executada ao vivo.
Peça "Os Bons Vão para o Céu" retorna à Capital
Apresentações com entrada franca ocorrem todas as terças-feiras
"Os Bons Vão para o Céu" volta a cartaz a partir desta terça-feira no Projeto Teatro Aberto, na Sala Álvaro Moreyra (CMC - Érico Veríssimo, 307), em Porto Alegre. O espetáculo, que ocorre até 1º de outubro, é resultado de uma parceria entre a Cia Rústica e o Tepa (Teatro Escola de Porto Alegre). A entrada é franca.
Durante o primeiro semestre de 2011, Marina Mendo, Lisandro Bellotto, Simone Rasslan e Patrícia Fagundes ministraram a oficina "Matérias da Cena - Linguagens Festivas", a partir da qual desenvolveu-se a peça com alunos do nível Avançado, recriando a linguagem cênica investigada pela companhia. A partir de referências de cinema, literatura policial, episódios reais, contos e poemas de universos marginais, o espetáculo assume uma composição polifônica que valoriza a "fisicalidade", o humor, a relação entre ator-espectador e a musicalidade da cena; a música é executada ao vivo.
Durante o primeiro semestre de 2011, Marina Mendo, Lisandro Bellotto, Simone Rasslan e Patrícia Fagundes ministraram a oficina "Matérias da Cena - Linguagens Festivas", a partir da qual desenvolveu-se a peça com alunos do nível Avançado, recriando a linguagem cênica investigada pela companhia. A partir de referências de cinema, literatura policial, episódios reais, contos e poemas de universos marginais, o espetáculo assume uma composição polifônica que valoriza a "fisicalidade", o humor, a relação entre ator-espectador e a musicalidade da cena; a música é executada ao vivo.