A montagem, dirigida por Paula Martins, está sendo apresentada na Casa de Teatro (rua Garibaldi, 853), às quintas e sextas-feiras, à meia-noite, até o próximo dia 3 de dezembro. A ideia do grupo é mostrar a decadência desses padrões e figuras que representam a queda da burguesia. Durante o espetáculo, os atores cantam músicas eternizadas
Outra atração é a peça "5 Tempos para a Morte", que é o mais recente trabalho da Usina do Trabalho do Ator, atração do Teatro Renascença (avenida Erico Verissimo, 307), de quintas a domingos, às 21h, com sessões extras sextas e sábados, 19h. Dirigido por Gilson Vargas, com base em texto de Diones Camargo, o espetáculo focaliza a morte não apenas como o fim, mas também como o começo. A morte surge em cena como uma metáfora do fim da inocência, da memória e do esquecimento. A entrada é gratuita.
Vanise Carneiro representa as diversas facetas da personagem Lara, mulher em busca de sua identidade, que faz figuração em diversos filmes e se imagina como a protagonista dos mesmos. Ela resolve procurar um grupo de apoio a mentirosos compulsivos, do qual o público é convidado a fazer parte. Vargas assina a trilha sonora da peça com Gabriela Bervian.