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“Planeta Feminino” traz depoimentos de mulheres e discute equidade

O filme dirigido por Aletéia Selonk, da Okna Produções, terá uma sessão de lançamento na Cinemateca Paulo Amorim da CCMQ nesta terça-feira

Diretora Aletéia Selonk à frente e depoentes do filme 'Planeta Feminino' ao fundo
Diretora Aletéia Selonk à frente e depoentes do filme 'Planeta Feminino' ao fundo Foto : Bruna O’Donnell / Divulgação / CP

Estreia nesta terça-feira, 11 de março, dentro das celebrações do Mês da Mulher, o documentário “Planeta Feminino”. A sessão de lançamento será a partir das 19h15min, na Sala Paulo Amorim da Cinemateca Paulo Amorim da Casa de Cultura Mario Quintana (Rua dos Andradas, 736, térreo). A entrada é franca, sujeita à limitação de lugares da sala.

Um filme da Okna Produções, “Planeta Feminino” apresenta histórias de mulheres cujos trabalhos evidenciam que a equidade é a única resposta possível às crises que a sociedade atravessa. A partir de práticas concretas que questionam desigualdades de gênero, raça e território, o filme acompanha a atuação de Lara Lutzenberger na regeneração ambiental; Márcia Barbosa na articulação entre ciência e governança; Renata Koch Alvarenga na luta por justiça climática no Sul Global; Angélica Santos no fortalecimento cultural pelo audiovisual; e Nina Fola na interseccionalidade entre raça e gênero para a justiça e diversidade social. Em 55 minutos, o documentário revela como essas práticas ressignificam a visão que usualmente se tem sobre sustentabilidade.

O filme ganha, a partir desta semana, um circuito de lançamento, com sessões especiais em universidades, escolas e instituições. No segundo semestre, a produtora prevê que o filme ocupe a grade de programação de canais de televisão fechada e plataformas.

“A equidade de gênero é um importante processo social, além de ser um crucial elemento do tecido social quando queremos desenvolvimento, transformações sustentáveis, e soluções para o enfrentamento da crise climática. No documentário, o tema ganha personificação através das personagens que, ao narrar suas histórias, apontam perspectivas seja pela emoção gerada pela identificação ou pelo exemplo contundente que as suas trajetórias representam”, afirma Aletéia Selonk, fundadora da Okna Produções.

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