Após 30 dias de apresentações, o 27º Porto Verão Alegre está chegando ao seu final neste fim de semana. Os Ingressos estão no site oficial do festival. Uma das atrações deste sábado é o espetáculo “Curiosa Mente, do fim do mundo ao começo”, às 19h30min, no Teatro do Goethe-Institut (24 de Outubro, 112). O espetáculo em oito quadros curtos, com forma de um sarau, trata de personalidades reais em situações transformadoras e cheias de emoção. Conduzido pelos atores Oscar Simch e Evandro Soldatelli, com trilha ao vivo de Jottagá Souza Gomes, trata-se de uma peça dinâmica que usa informação histórica e reflexão inteligente, unindo-os a elementos de música e bom humor. Autoria e direção é de Oscar Simch.
Neste sábado e domingo, às 17h, no Teatro Carlos Carvalho (Andradas, 736, 2° andar), será encenado o espetáculo infantil “A Cigarra e a Formiga, Uma História de Besouro Shakespeare”. Na versão da Turma de Arteiros, a Cigarra canta para alegrar a floresta e mostra que arte também é trabalho. Acolhida no formigueiro no inverno, anima as formigas com shows. Com humor, acrobacias e música ao vivo ao som de bombo leguero, gaita e percussão, o espetáculo celebra amizade, diversidade e respeito. Com personagens como Dona Aranha e Sapo Cururu, é feito para públicos de todas as idades.
A autoria do texto é de Alhydia Borges, com a direção do Coletivo Turma de Arteiros e elenco formado por Lídia Pafúncia, Juliana Minho, Manu Goulart e Mariana Del Piva.
Espetáculo clássico do Porto Verão Alegre, “Manual Prático da Mulher Moderna” tem apresentações neste sábado, às 20h; neste domingo, às 19h, no Teatro do Centro Histórico-Cultural Santa Casa (Independência, 75). Sinopse: Nesta comédia, três Doutoras em Modernidade feminina desenvolvem a tese “O Comportamento Feminino Moderno diante da Crise”. A peça questiona, com bom humor, a capacidade da mulher moderna de conciliar os papéis de filha, mãe, esposa, amiga, amante, magra e profissional. Em 2026, o espetáculo completa 24 anos em cartaz. Com direção e autoria Patsy Cecato (com colaboração de Márcia Ohlson, Patrícia Soso e Xica Campagna), a peça tem no elenco atual, Juliana Strehlau, Letícia Kleemann, Mariana Del Pino e Rafael Albuquerque. A sessão de domingo terá tradução para Libras.
No sábado e domingo, às 20h, na Sala Álvaro Moreyra (Erico Verissimo, 307 - Menino Deus), terá lugar o drama “Travessia”, com autoria e interpretação de Nora Prado. Uma atriz é surpreendida por um tumor maligno. Angústia, medo, limitação. Cirurgia, tratamento e resguardo. Sonhos suspensos, cotidiano virado do avesso e o mundo subitamente em preto e branco. O apoio da família, a força dos amigos e a esperança nos filhos. Reflexões sobre o sentido da vida, a arte e a maternidade. Uma história de superação e reencontro consigo mesma. A peça trata das questões relativas ao impacto da doença na vida cotidiana e profissional da atriz. A direção é de Adriane Mottola e o elenco tem ainda Aramis Prado.
O espetáculo “Alma que Baila” será apresentado hoje e amanhã, às 20h30min, no Teatro Renascença (Erico Verissimo, 307). O espetáculo dirigido por Cadica da Costa revela a dança como linguagem da alma em movimento. Com base no Flamenco, no Transfordance e em ritmos variados, desperta emoções e promove a livre expressão. Interativo e inovador, estimula a consciência e o desenvolvimento pessoal por meio da arte. A fusão entre corpo, música e sentimento envolve não apenas os artistas no palco, mas também o público.
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“Os Saltimbancos” em uma versão contemporânea
Nos dias 7 e 8 de fevereiro, às 20h e 18h, respectivamente, o Galpão Floresta Cultural (Conselheiro Travassos, 541, bairro Floresta, Porto Alegre) recebe o espetáculo musical adulto “DDD Saltimbancos – DISCO/nectados, DESCartados, DIZsonantes”, criação autoral contemporânea livremente inspirada em Os Saltimbancos, de Chico Buarque. A atração integra a programação do Porto Verão Alegre.
Com dramaturgia original de Juliana Barros, a montagem investiga a condição do artista e do corpo humano em um mundo mediado por algoritmos, métricas de visibilidade e regimes de conexão. Na cena, artistas esquecidos pelo algoritmo se encontram em teatro abandonado durante noite de apagão mundial. Sem telas nem aplausos, resta apenas a presença física, o som produzido ao vivo e a possibilidade de encontro.
A encenação articula teatro e música como pilares estruturantes. A trilha sonora é executada ao vivo e mistura referências da música popular brasileira, soul, pop e rock, além de canções autorais do grupo. A direção musical é de Everton Rodrigues e a direção de movimentos de Angela Spiazzi. O elenco reúne nomes como o premiado ator Elison Couto, o cantor João Pedro Monteiro, a atriz Giovana Lo Iacono, além de Ana Kerwaldt, Fernanda Pedroso e Zé Passos.