Esta alta se deveu em grande parte à duplicação (+56%), ou 1,08 milhão de libras, dos gastos de deslocamentos oficiais em avião ou de trem do príncipe e sua esposa Camila, que percorreram 54.700 km em um ano, em visitas à Índia, Portugal, Espanha e Marrocos.
As rendas particulares do filho de Elizabeth II gerados pelo ducado da Cornualha - 53.628 hectares de terras que historicamente financiam parte dos gastos do herdeiro do trono - aumentaram, por sua parte, 4%, a 17,8 milhões de libras (28,4 milhões de dólares).
Charles, no entanto, também pagou mais impostos que no ano passado, 4,4 milhões de libras (7 milhões de dólares). No total, ele empregou o equivalente de 132 pessoas em tempo integral, contra 124 no ano passado. O casamento de William em 29 de abril explica em parte o aumento de 50% de seus gastos não oficiais (2,54 milhões de libras).
A publicação das contas motivou a revolta do grupo antimonárquico Republic, que criticou o modus vivendi do herdeiro do trono enquanto o resto dos britânicos são submetidos a medidas de austeridade.