“Todos compreendemos a importância de se ler, mas neste caso a ideia é conseguir mais. É fazer com que os alunos deixem de achar que os livros estão fora da sua realidade. Eles precisam estar mais próximos da leitura diariamente, mas porque gostam e sentem prazer nisto”, afirmou, lembrando que a ação também envolve a comunidade, como familiares e moradores das proximidades das escolas.
Diversas atividades serão realizadas nas escolas, a fim de promover o debate e conhecimento das obras ao longo do ano. Em alguns casos, visitas dos autores serão agendadas e em outros haverá ciclos de debates. Sandra explicou que uma das características principais do projeto é o aumento na procura pelos livros dos autores trabalhados. “Normalmente, os livros daquele escritor específico passa a ser o mais procurado. Isso ocorre basicamente porque a aproximação e o contato fazem com que haja uma desmitificação em relação a quem produziu a obra”, ressaltou.
A coordenadora contou que normalmente o programa é lançado em junho, mas neste ano houve antecipação para que fosse possível ampliar as ações. Um dos pontos altos do programa é a Feira do Livro de Porto Alegre, em outubro e novembro, quando os alunos visitam o espaço e os professores recebem apoio financeiro para compra de livros.
A iniciativa é uma parceria entre a Smed e a Câmara Riograndense do Livro. Nesta união, a secretaria é responsável por fornecer apoio financeiro para o desenvolvimento de ações de leitura e compra de livros. Já a Câmara articula junto aos escritores e também contribui com a formação dos professores.