Em 2002, o cantor protestou, durante um show, contra a presença americana na Coreia do Sul e a morte de dois adolescentes coreanos atropelados por um veículo americano. Dois anos mais tarde, interpretou uma controvertida canção na qual pedia para que fossem mortos os "ianques que torturaram prisioneiros iraquianos". Agora, o artista de 34 anos diz estar "desolado pela dor causada por essas palavras".
A imprensa americana, no entanto, destaca estes dois episódios antes do espetáculo que acontecerá na noite de domingo dentro do show anual "Christmas in Washington", ao qual assistirá o presidente e sua família.
Em cinco meses, o vídeo "Gangnam Style" se converteu no mais visto no YouTube: cerca de 906 milhões de acessos, um recorde histórico.