O assassino de John Lennon comparece a partir desta terça-feira perante uma comissão penitenciária pra solicitar sua liberdade condicional, quase 30 anos depois do tiro que matou o ex-Beatle em Nova Iorque. Mark David Chapman, hoje com 55 anos, fará o pedido de condicional pela sexta vez, aproveitando uma revisão de penas programada para o presídio de Attica, na região norte do estado de Nova Iorque, onde ele está preso.
Por ser uma penitenciária muito grande, entre 40 e 60 detentos comparecerão à mesma comissão que Chapman. A junta será integrada por duas pessoas, que anunciarão no dia seguinte o resultado da audiência. A solicitação acontece entre hoje e amanhã.
O presidiário matou Lennon no dia 8 de outubro de 1980, em frente ao prédio onde o músico morava, perto do Central Park. O crime chocou o mundo e deixou de luto seus milhões de fãs. Em 1981, Chapman foi sentenciado à prisão perpétua, com possibilidade de condicional após cumpridos 20 anos de pena.
Yoko Ono, viúva de Lennon, já declarou várias vezes que é contra a libertação do assassino de seu marido. Todos os pedidos anteriores de condicional, apresentados por Chapman em 2000, 2002, 2004, 2006 e 2008, foram negados pela Justiça.
Quase 30 anos depois, assassino de John Lennon tenta libertação
Mark Chapman foi condenado à prisão perpétua em 1981