Na trama, Yussef viaja com a família para a cidade de Nablus, na Cisjordânia, para o casamento de um amigo, o policial Sami Jaffari. Disposto apenas a ter um bom período de férias, o personagem acaba por se envolver num episódio realmente inesperado quando o pergaminho de Abisha, documento raro e importante é roubado dos samaritanos, povo em extinção que vive nos arredores da cidade. Com seus conhecimentos de história, Yussef acompanha Sami na investigação.
Da mesma coleção, confira também “Os Corvos de Hollywood” que dá sequência ao livro “Divisão Hollywood”. O escritor Wambaugh, referência no gênero policial, é um ex-sargento do Departamento de Policia de Los Angeles e autor também de algumas obras já adaptadas para o cinema como “Assassinato a Sangue Frio” (The Onion Fields) e “Os Rapazes do Coro” (The Chorboys). Seu novo romance gira em torno do cotidiano de uma série de policiais, entre outros Nate Weiss, que sonha em ser um astro de cinema (já fez várias pontas em séries ou filmes) e a bela Ronnie Sinclair apaixonada pelo parceiro).
A sedutora Margot Azis, ex-esposa de um rico empresário árabe, servirá de contraponto aos “corvos”, como os policiais são chamados. Eles ignoram que Margot quer um policial que mate (ou seja responsabilizado pela morte) seu marido e que este já contratou um marginal para eliminar a ex-mulher, entre outras confusões que envolverão todos os personagens.
O agente da CIA, Paul Devereaux, mais conhecido como Cobra, é o protagonista do novo thriller do mestre Frederick Forsyth, que retorna às livrarias com uma história atual e cheia de ação, passando por cenários diferentes e instigantes como bairros pobres de cidades da Bolívia, os pântanos de Guiné-Bissau e os mais altos centros do comando político em Washington. O livro parte de uma premissa interessante: Devereaux é chamado pelo próprio presidente dos EUA para uma missão perigosa: acabar com o comércio de cocaína a partir da eliminação das principais cabeças do narcotráfico mundial. Ao lado de seu braço direito, Cat Dexter, ele comandará um projeto que para qualquer outro poderia ser suicida, mas que na ação de “O Cobra” está acima das leis comuns e seus agentes poderão usar quaisquer métodos para cumprir sua missão.
Um verdadeiro gênio artístico, a realidade e o delírio e a tênue linha entre a genialidade e a loucura são alguns dos muitos ingredientes do thriller psicológico “a Falsificação de Vênus”. Michael Gruber narra a história (alternando passado e presente) de Chaz Wilmot, um pintor que se recusa a se vender. Poderia ser bem-sucedido, mas não quer se curvar às exigências fúteis do mercado de arte internacional. Seu cotidiano de sobrevivência, fazendo trabalhos para agências ou revistas, muda quando ele se envolve num estudo médico para uma droga amplificadora da criatividade artística. Tal substância tem um efeito singular em Wilmot: ele se imagina na Espanha do século XVII como o pintor Diego Velásquez.
De volta ao mundo real, ele se descobre recriando obras do gênio espanhol de memória incorporando seu estilo único desde as cores ao padrão das pinceladas. Desesperado para financiar um tratamento médico para seu filho, ele oferece seu talento para um marchand que tem acesso a obras de arte roubadas pelos Nazistas. Por 1 milhão de dólares, ele aceita forjar um Velázquez.
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