A Polícia Judiciaria da Prefeitura de Paris compartilhou nesta segunda-feira, dia 19, em sua conta do Instagram, um fato inusitado: acharam “por acaso” o busto roubado, há 37 anos, do túmulo do cantor Jim Morrison. O cemitério Père Lachaise, local onde o vocalista do The Doors foi enterrado, já é conhecido pelos fãs do rock, e é um local de peregrinação.
Nascido na Florida, nos Estados Unidos, em 8 de dezembro de 1943, James Douglas Morrison desde pequeno adotou comportamentos erráticos, bem longe da ideologia de seus pais mais conservadores. Foi após se formar em cinema na Universidade da Califórnia em Los Angeles e apresentar alguns poemas ao colega Ray Manzarek que a ideia de formar uma banda começou a tomar forma. Convidaram, então, Robby Krieger e John Densmore para integrar o The Doors, nome inspirado no livro “As Portas da Percepção”, de Aldus Huxley.
Morrison foi o autor da maior parte das letras da banda e acabou por desenvolver um estilo único ao cantar, ao declamar poemas durante os shows e por sua maneira performática que dominava o palco.
Sua relação com drogas nunca foi um segredo, ele acabou desenvolvendo uma dependência forte ao alcoolismo.
Em 1971, a banda resolveu dar uma pausa nas atividades e Jim Morrison acabou se mudando para Paris, alguns meses antes de sua morte, aos 27 anos, cuja circunstâncias exatas permanecem desconhecidas, já que na época uma autópsia não foi feita. A teoria mais aceita seria que ele teve uma parada cardíaca na banheira.
Sua carreira inspirou muito filmes e biografias, entre elas o longa “The Doors”, de 1991, dirigido por Oliver Stone, é estrelando Val Kilmer (falecido no início de abril deste ano) como Morrison.
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