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Rapper Everlast proíbe Trump de usar sua música em comícios

"Gostaria de poder enfrentá-lo e arrancar esta peruca", escreveu o rapper no Instagram

Rapper proibiu o uso de "Jump Around"
Rapper proibiu o uso de "Jump Around" Foto : Sebastien Bozon / AFP CP
O rapper americano Everlast, furioso com Donald Trump, proibiu o favorito das primárias republicanas de utilizar sua bem-sucedida canção "Jump Around" em seus comícios de campanha. Em uma série de mensagens publicadas nas redes sociais, Everlast anunciou que seus advogados informaram ao bilionário americano que não podia usar a música em questão.  

"Gostaria de poder enfrentá-lo e arrancar esta peruca", escreveu o rapper no Instagram, em uma de suas mensagens menos violentas, na qual chamou Donald Trump de "ignorante" e "racista". Everlast, cujo verdadeiro nome é Erik Schrody, também criticou os partidários de Trump no Twitter, a rede favorita do multimilionário. 

Desde seu lançamento, "Jump Around" se converteu em uma marca da cultura pop americana e com frequência é reproduzida para animar a multidão durante eventos esportivos. 

Depois de Neil Young e do Aerosmith - conhecidos por suas posições de esquerda radical - e da cantora britânica Adele, Everlast é o último artista a expressar sua fúria contra Trump, que chamou os imigrantes mexicanos de estupradores e pediu que todos os muçulmanos sejam proibidos de entrar nos Estados Unidos.  

Ouça "Jump Around":


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