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Logo no início da transmissão, ele desatou elogios ao País em que, possivelmente, rendeu mais audiência: "Amo a todos os brasileiros. As mensagens mais bonitas que vi no Twitter recebi do Brasil", enfatizou Chespirito. "Mas claro que poderia cometer uma injustiça, pois todos me escrevem maravilhas e são milhares. A todos que me escrevem e mandam tweets. É adorável e incrível. Milhões de obrigados", destacou Roberto Bolaños.
Quando foi informado de que mais de 30 mil pessoas assistiam a transmissão, por Florinda, não hesitou: "Pobrezinhas! Não preferiam ter visto a Shakira?", brincou o Chaves. Em seguida, descobriu como estavam filmando: "Tinha ideia de que essa coisinha no meu computador podia ser uma câmera. Mas eu não tinha a menor ideia de como as pessoas estavam me vendo!", surprendeu-se.
Ele também falou sobre política e filosofou em frente à câmera. "Isso que está acontecendo neste momento é incrível. Mas a tecnologia vai conquistar um milhão de coisas mais", projetou Bolaños. "Estou certo que chegarão muito além do que a gente pensa, a grandes coisas. Me dá muito medo também, mas tenho fé no ser humano para ter êxito numa batalha de milhões pela sobrevivência" frisou o Chaves.
"A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena", emendou Bolaños, num bordão clássico de Chaves e Chapolin, antes de criticar a atual política dos Estados Unidos. "O sonho americano está mal. Nos roubaram a designação, pois americanos somos todos e o 'dream' (sonho) não é aquele humano, de melhorar o mundo", comentou.
Bolaños reproduziu seu famoso ´isso isso isso´ para os fãs | Fotos: Reprodução / Twitcam / CP