Arte & Agenda

Roberto Carlos celebra romantismo em Porto Alegre

Show do Rei durou cerca de duas horas no Gigantinho

Roberto Carlos cantou em seu palco no Gigantinho nesse sábado, no Dia dos Namorados, em Porto Alegre
Roberto Carlos cantou em seu palco no Gigantinho nesse sábado, no Dia dos Namorados, em Porto Alegre Foto : Mauro Schaeffer
Foi para os casais que Roberto Carlos cantou em seu palco no Gigantinho nesse sábado, no Dia dos Namorados, em Porto Alegre. O romantismo serviu para celebrar o amor, e o repertório do show seguiu basicamente a linha para os amantes. O show atrasou quase uma hora, começou pouco antes das 22h e terminou perto da meia-noite.

Na música de abertura, “Nunca se esqueça/Nem um segundo/Que eu tenho o amor/Maior do mundo. Como é grande meu amor por você”. E a primeira com Roberto é “Emoções”. Entre o canto, diz devagar à platéia o sedutor Rei Roberto Carlos: “É uma emoção muito grande estar aqui em Porto Alegre e ver todos os seus aviões que passam pela rua. Nunca vi nada igual”, e as mulheres perdoam o atraso. Cita-se as mulheres porque eram a maioria. Havia grupos de mulheres da família, com avós, tias, mães, sogras, amigas, irmãs. Além dos casais, de todas as idades. Havia pelo menos uma menina de sete anos em média que cantava todas as músicas e passou o show erguendo os braços dançando, abanando e aplaudindo, de mão dada na mãe.

Roberto seguiu com “Te amo, Te Amo, Te Amo”, foi para o lugar além do horizonte bonito e tranqüilo pra se amar, cantou “Amor Perfeito” e sentado dedilhou no violão “Detalhes” (“não adianta nem tentar me esquecer”). Depois, dedicou ao amor incondicional, à sua mãe, “Lady Laura”, morta aos 96 anos em abril, a mesma canção que ele cantou sozinho no enterro. Neste momento, iluminação com feixes rosas no palco. As luzes, no show do Roberto, eram o cenário, com uma ligação impressionante entre a melodia e os ritmos das cores.

Em “Cavagalda”, o show da iluminação elevava a atenção. Roberto dançou no palco com Jurema, que integra o coro, a beijou na testa, passou por canções da Jovem Guarda, como “Quando” e “É Preciso Saber Viver”. Com banda já apresentada, Roberto Carlos fechou com “Jesus Cristo”, que ele ouviu o público lhe cantar quando chegou ao enterro da mãe. Com ela, repetindo o refrão, o Rei beija e entrega cada rosa enquanto recebe bilhetes ou cartazes, que lê no palco, presentes que olha ali. Ganhou inclusive um urso enorme, branco, de abraçar.

Guia de Programação: a grade dos canais da TV aberta deste domingo, dia 18 de outubro de 2026

As informações são repassadas pelas emissoras de televisão e podem sofrer alteração sem aviso prévio