Arte & Agenda

Rubel faz show neste sábado, dia 16 de setembro, no Araújo Vianna

A apresentação traz canções do seu álbum “As Palavras Vol. 1 & 2”, além dos melhores momentos de projeto anteriores

O cantor e compositor Rubel apresenta canções inspiradas na literatura e no cancioneiro regional
O cantor e compositor Rubel apresenta canções inspiradas na literatura e no cancioneiro regional Foto : Bruna Sussekind / Divulgação / CP

Rubel retorna a Porto Alegre com a turnê do seu trabalho de estúdio mais recente, “As Palavras Vol. 1 & 2”, para show, neste sábado, às 21h, no Auditório Araújo Vianna (Osvaldo Aranha, 685). Ingressos na plataforma Sympla. 

Com canções inspiradas na literatura e no cancioneiro regional, o seu disco reúne 20 faixas e faz uma fusão altamente criativa de gêneros como funk, forró, pagode, samba, hip hop e MPB. “Toda Beleza”, “PUT@RIA!”, “Grão de Areia” e a faixa-título “As Palavras” são alguns dos destaques do álbum e do show. 

 Além das suas novas composições, Rubel também vai executar os melhores momentos dos seus outros dois discos: “Pearl” (2015) e “Casas” (2018): “Quando Bate Aquela Saudade”, “Partilhar” e “Mantra”. 

Rubel 
 
Depois de transitar pelo folk, pela MPB e pelo hip hop, Rubel busca agora uma direção mais popular. “As Palavras Vol. 1 & 2” é uma tentativa de registrar o sentimento de viver no Brasil durante os últimos anos. Para isso, o cantor e compositor se apoiou no diálogo com seus principais expoentes: Milton Nascimento, Gabriel do Borel, Liniker, Luedji Luna, BK, Bala Desejo, Tim Bernardes, Xande de Pilares, Mestrinho e MC Carol. O resultado é uma fusão de funk, forró, pagode, samba, rap e MPB.
 
Rubel diz: “‘As Palavras’ partiu de uma extensa pesquisa de imersão na literatura e do cancioneiro brasileiro”. A consequência é uma ampliação dos temas e dos ritmos trabalhados até então. Nessa nova jornada, o compositor tenta abordar a vivência de uma realidade brasileira a partir da história de outros personagens e de novos sentimentos, buscando um balanço entre violência, paixão, ironia e afeto.
 
O disco propõe um diálogo entre a tradição e a modernidade. As vinte faixas são divididas em duas partes. O “lado 1” é calcado nos ritmos e estéticas contemporâneos, como o funk, a rasteirinha e o pagode moderno. O “lado 2”, por outro lado, conversa mais com o passado, apresentando marchinhas, sambas e uma canção inspirada no Clube da Esquina. O resultado é mais melancólico e denso.
 
 

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