A inovadora série médica que traz o inquieto, grosseiro e nada politicamente correto Dr. Gregory House (Hugh Laurie) resolvendo os mais estranhos casos da medicina, está mudando um pouco o foco das atenções. A sétima temporada, que estreia no próximo dia 28 de outubro, vai dar mais ênfase à vida pessoal de seus principais personagens. Uma das certezas é de que House assume sua relação com sua chefe, Cuddy (Lisa Edelstein). O flerte que já dura anos se confirma bem longe do hospital Princeton-Plainsboro. Antes disso, House quase tem mais uma recaída nas drogas após perder uma paciente.
Na Record, o próximo episódio da sexta temporada, na quinta, dia 7, é o "Emancipação". Na trama, durante o exame de problemas cardíacos de uma adolescente, a equipe do hospital começa a questionar a afirmação de que ela é emancipada. Foreman desafia a recusa de House em conduzir um experimento clínico.
"House" não é uma das mais premiadas séries da televisão americana à toa (já ganhou 29 prêmios em suas seis temporadas). E alguns fatores contribuem bastante para este sucesso. Entre elas, o humor ácido, a ironia e o sarcasmo de House que lhe dão mais charme; o trio de belas mulheres, com Cuddy, Cameron e Treze; os casos nada fáceis que são apresentados; e o toque realista por conta de que, nem sempre, a equipe de House consegue salvar seus pacientes, como acontece na vida real. Como curiosidade, a série foi baseada na "Coluna de Diagnósticos", publicada no New York Times, que dá destaque aos casos médicos incomuns, a fonte de "House". Já o dr. Gregory House foi inspirado no detetive Sherlock Holmes que, por sua vez, também foi inspirado em um médico de verdade, conhecido de Sir Arthur Conan Doyle.