A quinta escola a entrar na avenida foi a Acadêmicos de Gravataí, agremiação em vermelho e branco que comemorou os 50 anos da sua fundação. A escola apresentou 18 alas e cinco carros alegóricos e é a única da Grande Porto Alegre que já conquistou o Carnaval da Capital.

Passista esbanja charme durante desfile da Acadêmicos de Gravataí | Crédito: Vinícius Roratto
Antes disso, a União Vila do IAPI entrou na avenida com uma inovação: o casal de mestre-sala e porta-bandeira veio bem à frente da evolução. A quarta escola a se apresentar no sambódromo do Porto Seco, no entanto, mostrou pouco luxo em suas fantasias e alegorias, em um enredo que homenageava a tradicional Oktoberfest.

União da Vila do IAPI abusou do amarelo para falar do chopp consumido na Oktoberfest | Crédito: Pedro Revillion
A terceira escola a entrar na avenida foi a Bambas das Orgia, principal vencedora do Carnaval em Porto Alegre, com 19 títulos. A agremiação homenageou o Carnaval e empolgou a arquibancada, mas precisou de muito jogo de cintura para driblar problemas com um de seus carros alegóricos. A estrutura parou na frente dos jurados e demorou para sair do lugar.

Porta-bandeira da Bambas da Orgia fez bonito no avenida com as cores da agremiação | Crédito: Pedro Revillion
A Império da Zona Norte foi a segunda escola a desfilar no complexo do Porto Seco. Com um colorido especial, a Império apresentou um samba enredo sobre a colonização portuguesa no Brasil. A agremiação fez bonito com o colorido das alas e carros na avenida, mas pecou pelo conteúdo da letra, que continha erros de datas e fugia de sua proposta temática.

Passista com fantasia colorida faz sucesso pela Império da Zona Norte | Crédito: Vinícius Roratto
Mas quem primeiro colocou os pés no sambódromo do Porto Seco nesta primeira noite de desfiles foi a verde e rosa Academia de Samba Praiana, que buscou no colorido da natureza inspiração para a sua leitura da história do povo cigano. Em 57 minutos, a Praiana falou sobre religiosidade, crenças, família e hábitos culturais deste povo nômade.

A dançarina Gretchen foi o grande destaque da Praiana, na abertura dos desfiles | Crédito: Pedro Revillion