O Arte & Agenda preparou uma seleção de singles e clipes nacionais que foram lançados nesta sexta-feira, dia 12.
ISABEL NOGUEIRA
"Os ouvidos têm parede" é o primeiro single de “Semente”, terceiro álbum do projeto Bel_Medula da multiinstrumentista e compositora gaúcha Isabel Nogueira. E, além do lançamento em todas as plataformas de streaming, a canção ganhou videoclipe, com direção do músico e artista visual Rieg Rodig. A capa do single é assinada pela multiartista Alfamor.
Clipe: https://www.youtube.com/watch?v=FkxrI9w_oCo&feature=youtu.be
ROBERTA CAMPOS
Roberta Campos lança o videoclipe de “Sentinela”, faixa do EP “Só Conheço o Mar”, lançado em dezembro. Com direção de André Albuquerque (Dezolas), produção por Roma Produtora e roteiro de Marina Campos e Roberta Campos, as cenas foram gravadas em São Paulo.
O reflexivo clipe mostra imagens de Roberta por tradicionais pontos da capital paulista, captadas por um drone. Roberta Campos comentou sobre a canção e a escolha dos locais gravados: “Sentinela é uma canção muito pessoal, uma conversa que tenho comigo, onde falo um pouco da minha sensação diante de um mundo urgente de amor, compreensão e resiliência!”.
O vídeo clipe traduz a solidão, a solitude e a sensação de estar sozinha.
Clipe: https://www.youtube.com/watch?v=GmAPJwT0yQs
TRIPLX
A música “Era Uma Vez?” é o pontapé inicial do primeiro disco do projeto TRIPLX, composto por Lucas Koka Penteado na voz, Martin Mendonça (Pitty) na guitarra, Rod Krieger (ex-Cachorro Grande) no baixo, e Duda Machado (ex-Pitty) na bateria.
O single traz na letra os versos que viralizaram no Slam Resistência. O som, o rock vem com batidas intensas e riffs marcantes.
FELIPE EL E DORA MORELEMBAUM
Os cantores Felipe El e Dora Morelembaum lançam os singles ”Kilário” e “João” em homenagem a um dos grandes ícones da black music nacional, Di Melo. As faixas fazem parte do EP “Podível e Impodível”, previsto para a próxima sexta-feira, dia 19 de março.
O projeto “Podível e Impodível” conta com oito faixas, sete delas cantadas por um expoente da nova cena musical contemporânea e uma faixa cantada pelo próprio homenageado, Di Melo, e produzida por Diogo Strausz e do Tó Brandileone.