Segundo ele, o impasse ocorre porque apesar de a muamba ser um evento teste, a Justiça determinou que o Porto Seco só será liberado após a apresentação do PPCI final. Assim, são exigidas instalações de estruturas e equipamentos que não seriam necessários até o evento oficial, que começará na próxima sexta-feira, com a apresentação das escolas do grupo Especial. Entre as exigências estão estruturas de apoio do evento e que são temporárias. A alternativa, explicou Lucena, será apresentar um novo plano e aguardar para este sábado a vistoria do Corpo de Bombeiros. Até este processo, o Porto Seco segue interditado para a realização de eventos.
Nesta manhã, o ritmo era intenso para finalizar as montagens dos camarotes, arquibancadas e espaços onde estarão os integrantes do corpo de jurados. O cronômetro e o semáforo que marcarão o tempo de apresentação de cada escola na avenida também foram instalados. O teste do som, um dos pontos principais analisados na muamba, foi realizado com êxito na quinta-feira passada.
Ainda estavam sendo concluídas a parte elétrica e a colocação das barras de proteção ao longo da extensão da pista. As estruturas de apoio, como o espaço que abriga a praça de alimentação, ainda não estavam prontas, assim como as escadas de acesso ao segundo andar dos camarotes. Como o Porto Seco não tem as estruturas de arquibancadas e camarotes fixas, anualmente elas precisam ser montadas e, automaticamente, receberem a autorização do Corpo de Bombeiros. No ano passado, o impasse na liberação do Porto Seco durou até poucas horas do início dos desfiles oficiais.
Pelo calendário da Prefeitura, na próxima sexta-feira e sábado ocorrem as apresentações do Grupo Especial, no domingo do Grupo Intermediário A, e na segunda, o Acesso. Na terça-feira está prevista a apuração e, no sábado seguinte, o desfile das campeãs.