Foram 17 dias de Feira, com público estimado de 1,3 milhão de pessoas. Os números oficiais serão divulgados às 12h desta segunda, em coletiva à imprensa. Na avaliação do presidente da Câmara do Livro, Osvaldo Santucci Junior, a Praça da Alfândega por inteiro foi o grande ganho na convivência entre leitores, autores e livreiros. “A Praça de Autógrafos e outros espaços foram mais acolhedores, amigáveis, permitindo uma maior integração”, destacou Santucci, lembrando do slogan da Feira: “Abra Espaço para a Leitura em Sua Vida”.
O patrono Luiz Coronel ressaltou que sentiu o encantamento das pessoas com a Feira: “As pessoas cada vez mais aprovam esta Feira como patrimônio da cidade e do Estado. O mais importante é que a sabedoria dos livros está chegando a um número cada vez maior de pessoas.”
O designer Gustavo Rodrigues só conseguiu visitar a Feira neste domingo e constatou que houve espaço para a procura de livros. “A Feira estava cheia, mas a gente não ficava se esbarrando nas pessoas”, disse.
O escritor Sidnei Schneider lembrou que ficou mais flagrante o espaço no evento. “A movimentação ficou facilitada e novamente os destaques foram os saldos, desta vez com maior qualidade e mais novos”, avalia o autor que lançou a obra “Andorinha e Outros Enganos” (Dublinense).
O livreiro Rui Diniz, da Palmarinca, conta que vendeu 10% a mais do que no ano anterior e que os saldos foram os responsáveis por este incremento. “A mais importante conquista na Feira foram os novos clientes.”