Arte & Agenda

Sineta e coro de "Está chegando a hora" encerram 58ª Feira do Livro

Em 17 dias, público estimado do evento foi de 1,3 milhão de pessoas

Em 17 dias, público estimado do evento foi de 1,3 milhão de pessoas
Em 17 dias, público estimado do evento foi de 1,3 milhão de pessoas Foto : Vinicius Rorato
Por volta das 20h30min deste domingo, a Câmara Rio-Grandense do Livro repetiu o tradicional ritual de encerramento da Feira do Livro de Porto Alegre em sua 58ª edição. Durante uma hora, organizadores, livreiros, autores, autoridades e o patrono Luiz Coronel tocaram a sineta e distribuíram rosas ao público leitor ao som da marchinha “Está chegando a hora”, com os dizeres “ai, ai, ai, está chegando a hora, o dia já vem raiando, meu bem, eu tenho que ir embora”.

Foram 17 dias de Feira, com público estimado de 1,3 milhão de pessoas. Os números oficiais serão divulgados às 12h desta segunda, em coletiva à imprensa. Na avaliação do presidente da Câmara do Livro, Osvaldo Santucci Junior, a Praça da Alfândega por inteiro foi o grande ganho na convivência entre leitores, autores e livreiros. “A Praça de Autógrafos e outros espaços foram mais acolhedores, amigáveis, permitindo uma maior integração”, destacou Santucci, lembrando do slogan da Feira: “Abra Espaço para a Leitura em Sua Vida”.

O patrono Luiz Coronel ressaltou que sentiu o encantamento das pessoas com a Feira: “As pessoas cada vez mais aprovam esta Feira como patrimônio da cidade e do Estado. O mais importante é que a sabedoria dos livros está chegando a um número cada vez maior de pessoas.”

O designer Gustavo Rodrigues só conseguiu visitar a Feira neste domingo e constatou que houve espaço para a procura de livros. “A Feira estava cheia, mas a gente não ficava se esbarrando nas pessoas”, disse.

O escritor Sidnei Schneider lembrou que ficou mais flagrante o espaço no evento. “A movimentação ficou facilitada e novamente os destaques foram os saldos, desta vez com maior qualidade e mais novos”, avalia o autor que lançou a obra “Andorinha e Outros Enganos” (Dublinense).

O livreiro Rui Diniz, da Palmarinca, conta que vendeu 10% a mais do que no ano anterior e que os saldos foram os responsáveis por este incremento. “A mais importante conquista na Feira foram os novos clientes.”



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