O que o público pode esperar de novo? É a pergunta imperativa. "Nada", responde Nico Nicolaiewsky. Porém, ele completa a resposta monossilábica: "Tem uma coisa que gosto no espetáculo, que é a gente saber o quanto modificar e improvisar na medida certa. Saber apresentar a mesma coisa de maneira renovada".
Pelas reações do público a cada temporada, parece que mais e melhores "Tangos e Tragédias" é o esperado. Todos querem ver "Ana Cristina", "Copérnico", "Aquarela da Sbornia", entre outros clássicos do espetáculo.
Mas, é claro que novidades se farão presentes. "Devemos tocar o hino do ''Imortais Enquanto Vivos'', pois os sbornianos recebem estátuas enquanto vivos. Quando morrem, as estátuas são depredadas a golpes de machado", frisa Nico.
Outra novidade não está dentro dele, mas na distinção do prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), com "Tangos e Tragédias" como melhor show de 2011. A entrega será dia 13 de março em São Paulo.
Nesta temporada, o grupo argentino Cuatro Vientos será o convidado da segunda semana do espetáculo e, da terceira semana em diante, haverá audiodescrição do espetáculo a deficientes visuais.