O título que puxa este novo pacote francês é o badalado e premiado “Intocáveis” (“Intouchables”), de Oliver Nakache e Éric Toledano, considerado um verdadeiro fenômeno de bilheteria, um dos filmes mais visto na história da tela francesa. A fita levou mais de 2 milhões de pessoas aos cinemas. Girando em torno do cotidiano de uma equipe de policiais de um distrito de Paris, foi também o filme com maior número de indicações ao césar (o Oscar francês), mas que terminou recebendo apenas o César de Melhor Ator para um conhecido apresentador da televisão francesa, Omar Sy, em sua elogiada estréia como ator. “O Artista” terminou arrebatando alguns dos outros prêmios. Como curiosidade: o sucesso de “Intocáveis” despertou rapidamente a atenção dos produtores de Hollywood, que já providenciaram a compra dos direitos de uma adaptação norte-americana do roteiro.
Alguns dos demais títulos programados para o novo Festival Varilux estão algumas produções exibidas em Cannes, como “Adeus Berthe” ou “Enterro da Vovó” (“Adieu Berthe ou l’enterrement de Memé), de Bruno Podalydes (com um elenco formado por nomes como Valérie Lemercier, Denis Podalydès, Isabelle Candelier, Bruno Podalydès e Samir Guesmi); “Alyah”, de Elie wajeman (tendo no elenco os nomes de Adèle Haenel, Cédric Kahn e Pio Marmai) e “La Pirogue”, de Moussa Touré; e foitas que serão lançadas, em breve, nos cinemas brasileiros, como “E Agora para Onde Vamos?” (“Et Maitenant on Va Ou?”), de Madine Labaki (uma comédia dramática que mostra, numa vila do Líbano isolada por minas terrestres, mulheres mulçumanas e cristãs se unindo para proteger duas famílias da violência e do sofrimento); “Uma Garrafa no Mar de Gaza” (“Une Bouteille à La Mer”), de Thierry Binistti (com as participações dos atores Agathe Bonitzer, Muhmud Shalaby, Hiam Abbass); “Um Evento Feliz” (“Um Heuireux Événement”), de Remy Bezançon; “La Fille Du Puisatier”, dirigida pelo famoso ator Daniel Auteuil; “Paris-Manhattam”, de Sophie Lelouch; a “A Arte de Amar” (“L’Art d’ Aimer”), de Emanuel Mouret.
Segundo o direto-geral da Essilor Brasil, Bernardo Ferrer, o apoio e um evento como esse é importante para a interação entre as culturas brasileira e francesa. “Acima de tudo, objetivamos oferecer à população maior acesso ao que há de mais moderno no cinema francês, afirma Ferrer.
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