• Leia mais notícias sobre a 58ª Feira do Livro de Porto Alegre
A abertura foi iniciada no Teatro Sancho Pança, no Cais do Porto, às 19h. O presidente da CRL, Osvaldo Santucci, destacou que a entidade acredita na leitura como instrumento de transformação social. “A Feira está na Praça”, disse.
A patrona da 57ª edição, Jane Tutikian, contou uma pequena história para lembrar a importância do patronato, lembrando de uma menina em situação de rua lhe dava um presente a cada dia da Feira. “No encerramento, eu estava chorando e dei uma rosa a ela, que me disse para não chorar, que ia passar.” Após ler o poema “As Dádivas do Tempo” de Luiz Coronel, Jane desejou felicidade ao novo patrono. “Vive agora esta feira que é tua.”
O patrono Luiz Coronel iniciou o pronunciamento com a prosa poética que lhe é característica. “Os livros são os pássaros e com eles aprendi a voar. Uma biblioteca é o espelho onde me vi refletido.” E seguiu dizendo que “escrever só se justifica se for para emocionar aos outros e a nós mesmos”, ressaltou. Coronel exaltou a força do livro e dos leitores, julgando-os insubstituíves pelos suportes virtuais.
O secretário Assis Brasil e o presidente da FB, Galeno Amorim, versaram sobre o valor o gaúcho dá à escrita, ao livro e à leitura, enquanto o prefeito Fortunati destacou que a Feira da Capital é certamente a mais democrática do mundo, que vai ajudar a transformar as pessoas e consequentemente transformar o mundo.
Autógrafos deste sábado
• “Comunicação e Mídias Digitais — Perspectivas Teóricas e Empíricas”, de Carlos Sanchotene — Memorial do RS — Térreo, a partir das 14h
• “The Giraffe’s Neck”, de Marion Cruz e Monika Papescu - Pórtico Cais do Porto, às 15h
• “Os Direitos da Transição e a Democracia no Brasil”, de Paulo Abrão e Tarso Genro — Praça de Autógrafos, a partir das 16h
• “Vão Pensar que Estamos Fugindo!”, de Valesca de Assis — Pórtico Central do Cais do Porto, às 16h
• “Simplesmente Maria — Blog de uma Cinquentinha”, de Maria Luiza Vargas Ramos — Praça de Autógrafos, às 17h
• “Acrobacias no Crepúsculo”, de Tibério Vargas Ramos — Praça de Autógrafos, a partir das 18h
• “Nas Coxias do Poder” — Ricardo Giuliani Neto — Praça de Autógrafos, a partir das 18h
• “O Senhor das Matemáticas”, de Maria Capri — Praça de Autógrafos, a partir das 18h
• “Fio da Meada”, de Caio Ritter — Memorial, às 18h
• “Tributo a Moacyr Scliar”, de Zilá Bernd, Maria Eunice Moreira e Ana Maria Lisboa de Mello — Praça de Autógrafos, às 20h
• “Solidão Continental”, de João Gilberto Noll — Praça de Autógrafos, às 20h