Arte & Agenda

Três décadas de clássico da Nação Zumbi em Porto Alegre

Banda pernambucana realiza show especial comemorando os 30 anos do disco ‘Da Lama ao Caos’, nesta quinta-feira, às 23h, no Opinião

Comemorando 30 anos do clássico “Da Lama ao Caos”, o Nação Zumbi subirá ao palco do Opinião, no dia 13 de fevereiro, para tocar as canções que impactaram a cena nacional nos anos 1990
Comemorando 30 anos do clássico “Da Lama ao Caos”, o Nação Zumbi subirá ao palco do Opinião, no dia 13 de fevereiro, para tocar as canções que impactaram a cena nacional nos anos 1990 Foto : Lucas Lima / Divulgação / CP

Comemorando 30 anos do clássico “Da Lama ao Caos”, o Nação Zumbi retorna a Porto Alegre, com show no Opinião (José do Patrocínio, 834), nesta quinta, a partir das 23h. . O grupo pernambucano, que na década de 90 se tornou uma das maiores referências da música brasileira mundo afora vai tocar as canções que impactaram a cena nacional nos anos 1990, unindo de maneira original ritmos regionais e universais. Na turnê “Da Lama Ao Caos – 30 Anos”, a banda vai executar o icônico álbum na íntegra, trazendo a participação de Maciel Salú – rabequeiro, cantor, compositor, mestre de maracatu-rural e militante das tradições populares. “Tocar com o Nação Zumbi é um sonho antigo. Agora chegou a vez de dar continuidade ao encontro que aconteceu anos atrás, entre Chico Science e meu pai, o Mestre Salustiano”, comenta Salú.

Embalado pelos sucessos “Da Lama ao Caos”, “A Cidade”, “A Praieira” e “Samba Makossa”, o debut do Nação Zumbi ocupa a 13ª posição da lista dos 100 maiores discos nacionais feita pela Rolling Stone Brasil. A banda e é formada por Jorge Du Peixe (vocal), Neilton Carvalho (guitarra), Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores) e Tom Rocha (bateria).

Um dos nomes mais emblemáticos da música brasileira, o Nação Zumbi iniciou a sua trajetória em meados da década de 90. Ao lado do vocalista Chico Science, o grupo foi um dos responsáveis pela consolidação do manguebeat, movimento caracterizado pela mistura de diversos gêneros musicais, como maracatu, rock, música eletrônica, hip hop, heavy metal e frevo.

Se os dois primeiros discos, “Da Lama ao Caos” (1994) e “Afrociberdelia” (1996) – figuram na lista dos melhores álbuns nacionais de todos os tempos da Rolling Stone, outros seis discos foram gravados desde a efetivação de Jorge Du Peixe como vocalista, em 1998. O Nação ainda tem três registros ao vivo e turnês realizadas no exterior. A realização é da Todt Produções, Lado C e Opinião Produtora. Ingressos na Sympla.

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