O Parque Farroupilha, popularmente conhecido como Redenção, ponto tradicional de encontros ao ar livre em Porto Alegre, é o local confirmado para receber o Porto Blue Sound 2025, festival de música que promete transformar a capital em um ambiente vibrante de jazz, blues e música instrumental. O evento ocorre no dia 16 de agosto, das 11h às 19h30, com oito shows gratuitos, reunindo artistas nacionais e internacionais.
Entre as atrações confirmadas estão o pianista Amaro Freitas, nome de destaque do jazz contemporâneo brasileiro; a cantora norte-americana Trudy Lynn, ícone do blues tradicional, acompanhada da banda The Simi Brothers; e o guitarrista Robben Ford, lenda do blues estadunidense que já dividiu o palco com nomes de peso como Miles Davis e Joni Mitchell.
Completam o line-up desta tarde noite de celebração ao ar livre, o grupo francês EYM Trio, o virtuose guitarrista gaúcho Frank Solari, além do Bando Rock & Blues com Adriano Grineberg, a Blue Sound Jazz e um show especial, que levará para o palco, juntos, dois ícones do blues nacional: Blues Etílicos e Nuno Mindelis.
O festival – que neste ano também terá uma edição em Florianópolis – funciona como um grande piquenique coletivo ao som de música de qualidade, onde o público é incentivado a levar cangas e cestas. Toda a programação é pensada para celebrar o encontro e a convivência proporcionadas pela arte. Além disso, a produção distribuirá cangas gratuitamente para reforçar o clima descontraído, e estimular a ocupação da cidade de forma criativa.
CONSOLIDAÇÃO
“A temporada 2025 marca um momento especial para o Porto Blue Sound. Mais do que consolidar o festival, estamos fortalecendo a proposta de criar experiências culturais gratuitas, acessíveis e acolhedoras, que conectam pessoas de todas as idades em torno da música e da ocupação dos espaços públicos”, afirma Maria Dolores, da Marolo Produções, realizadora do evento. “Ver famílias inteiras participando dos piqueniques, com artistas do Brasil e do mundo ao fundo, é uma forma potente de mostrar que a cultura pode, e deve, estar presente no cotidiano das cidades”, completa Maria Dolores