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Veja quais são os concorrentes na categoria documentários do Festival de Cinema de Gramado 2025

Exibições serão entre os dias 20 e 22, no Palácio dos Festivais

Documentário "Para Vigo Me Voy"
Documentário "Para Vigo Me Voy" Foto : Gullane+ / Reprodução / CP

Quatro longas documentais brasileiros disputam o Kikito, no 53º Festival de Cinema de Gramado, oficialmente aberto nesta sexta-feira, 15. Os filmes serão exibidos entre os dias 20 e 22 de agosto, no Palácio do Festivais. Os ingressos para as sessões norturnas seguem à venda no site do festival.

Confira as sinopses das montagens:

Longas-metragens documentais:

  • “Até Onde a Vista Alcança" (SP), de Alice Villela e Hidalgo Romero;

Sinopse: Um guerreiro indígena Kariri-Xocó desenha no chão o território memorial de seu povo, planejando uma nova retomada. O filme percorre este território e retoma um modo de ser adormecido, conectando terra, política e espiritualidade.

  • “Lendo o Mundo” (RN), de Catherine Murphy;

Sinopse: No início dos anos 1960, Paulo Freire liderou um projeto experimental no nordeste do Brasil, permitindo que centenas de adultos lessem, escrevessem e votassem. A agitação política levou ao exílio de Freire, durante o qual ele se tornou um ícone global, promovendo a democracia por meio da educação.

  • “Os Avós” (AM), de Ana Ligia Pimentel;

Sinopse: Este filme é um mergulho na rotina de avôs e avós jovens – entre 30 e 35 anos – no Amazonas. Uma realidade antecipadora das funções sociais e familiares com graves consequências para a vida que é comumente naturalizada, porém muito cruel, geradora de conflitos geracionais, estruturais e culturais.

  • “Para Vigo Me Voy!” (RJ), de Lírio Ferreira e Karen Harley.

Sinopse: “Para Vigo Me Voy!” é um documentário que mergulha na obra de Carlos Diegues, cineasta que retratou a história e o espírito do Brasil desde 1961. O longa navega entre os filmes dele e sua trajetória pessoal. Trechos das obras são intercalados com entrevistas do diretor ao longo de 60 anos. Acompanhamos a evolução de seu cinema e de seu discurso, costurando esse diálogo com imagens inéditas da última filmagem de Diegues em “Deus Ainda É Brasileiro”, uma sessão de “Bye Bye Brasil” na Favela do Vidigal, com a presença dele, e um grande encontro de Carlos Diegues com artistas que foram companheiros de jornada.

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