A peça criada pelo americano William Travilla fez de Marilyn Monroe um símbolo sexual e deu à sétima arte uma de suas cenas mais lendárias. Também foram leilodados outros vestidos de Marilyn (usados em "Os homens preferem as louras", "O mundo da fantasia" e "O rio das almas perdidas"), e também outras peças de "... E o vento levou", "A noviça rebelde", "Cleópatra", "Ben-Hur", "O mágico de Oz", "Cantando na chuva" e "Minha bela dama/My Fair Lady".
Debbie Reynolds, de 79 anos, imortalizada em "Cantando na chuva", começou a colecionar trajes e objetos de interesse de Hollywood nos anos 1970, quando o estúdio da MGM liquidou seu ativos. Sua coleção inclui mais de 3, 5 mil vestidos, 20 mil fotografias, milhares de cartazes e centenas de elementos cenográficos.