Ao final, cantou seus sucessos, entre eles "Senza Una Donna", "Diavolo in Me" e "Diamante", e fez uma homenagem a Luciano Pavarotti ao cantar "Miserere", com quem havia gravado a mesma música no passado. No bis, Zucchero voltou ao palco sem o chapéu, que manteve durante todo o show, e apareceu penteado para cantar e dançar ao lado dos fãs mais animados que se apinharam perto do palco, entre os quais havia quem balançasse a bandeira da Itália. Por fim gritou que o rhythm & blues não morrerá jamais e agradeceu ao público com um “Che Dio vi benedica” (“que Deus vos abençoe”).
Zucchero apresenta "Chocabeck" em Porto Alegre
Arranjos com instrumentos de corda se destacaram em composições elaboradas que misturaram rock, pop, folk e rhythm & blues
Acompanhado de oito músicos que formaram com ele uma banda afinadíssima, o músico italiano Zucchero se apresentou nessa terça-feira no Teatro Bourbon Country,em Porto Alegre. Os arranjos com instrumentos de corda, como violino e cello, se destacaram em composições elaboradas que misturaram rock, pop, folk e rhythm & blues. Na primeira parte do show, Zucchero apresentou músicas de seu novo CD, "Chocabeck". Nelas se percebe um certo lirismo em que o cantor lembra suas origens e sua infância, em sons cristalinos e por vezes bucólicos, como em "Un Soffio Caldo" ("Um Sopro Quente"), "Soldati nella Mia Cittá" ("Soldados na Minha Cidade") e a própria "Chocabeck" (título do CD). Aos 55 anos, Zucchero continua com sua voz pujante e seu jeito bonachão.
Ao final, cantou seus sucessos, entre eles "Senza Una Donna", "Diavolo in Me" e "Diamante", e fez uma homenagem a Luciano Pavarotti ao cantar "Miserere", com quem havia gravado a mesma música no passado. No bis, Zucchero voltou ao palco sem o chapéu, que manteve durante todo o show, e apareceu penteado para cantar e dançar ao lado dos fãs mais animados que se apinharam perto do palco, entre os quais havia quem balançasse a bandeira da Itália. Por fim gritou que o rhythm & blues não morrerá jamais e agradeceu ao público com um “Che Dio vi benedica” (“que Deus vos abençoe”).
Ao final, cantou seus sucessos, entre eles "Senza Una Donna", "Diavolo in Me" e "Diamante", e fez uma homenagem a Luciano Pavarotti ao cantar "Miserere", com quem havia gravado a mesma música no passado. No bis, Zucchero voltou ao palco sem o chapéu, que manteve durante todo o show, e apareceu penteado para cantar e dançar ao lado dos fãs mais animados que se apinharam perto do palco, entre os quais havia quem balançasse a bandeira da Itália. Por fim gritou que o rhythm & blues não morrerá jamais e agradeceu ao público com um “Che Dio vi benedica” (“que Deus vos abençoe”).