Mortes de cisnes ocorreram em um dos lagos que segue em monitoramento no Zoológico em Sapucaia do Sul

O espaço está fechado para visitação desde a manhã desta sexta-feira e deve permanecer assim por tempo indeterminado até que a causa das mortes seja confirmada

Os trabalhos de investigação se iniciaram na quarta-feira, quando houve o registro do primeiro caso
Os trabalhos de investigação se iniciaram na quarta-feira, quando houve o registro do primeiro caso Foto : Fernanda Bassôa / Especial CP

A Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) do Estado informou nesta sexta-feira que o registro de mortes de 15 cisnes aconteceu em um dos lagos do Parque Zoológico, em Sapucaia do Sul, que segue sob constante monitoramento e observação. O espaço está fechado para visitação desde a manhã desta sexta-feira e deve permanecer assim por tempo indeterminado, até que a causa das mortes seja confirmada. A medida é temporária e administrativa.

A Sema divulgou ainda que amostras dos animais e da água dos lagos foram encaminhadas ainda na quinta-feira para o laboratório em São Paulo, pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), através do Centro de Vigilância Agropecuária, e que os resultados seguem sendo aguardados. Os profissionais do Zoológico seguem observando o comportamento de todas as aves do local, além do monitoramento das notificações de outros casos suspeitos.

Conforme a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, Todos os animais são monitorados rotineiramente pelas equipes do zoológico. Até o momento, apenas cisnes de um lago específico foram acometidos. Os sintomas de suspeita da doença são caracterizados por sinais respiratórios ou neurológicos, além de mortalidade súbita e elevada em aves. “Até o momento não há confirmação laboratorial de que se trata de influenza aviária.”

Os trabalhos de investigação se iniciaram na quarta-feira, quando houve o registro do primeiro caso. A Seapi atendeu à notificação de suspeita de síndrome respiratória nervosa (SRN), com coleta de material e envio para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA), responsável pelo diagnóstico.

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