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Cruze Sport 6: Finalmente esportivo

Chevrolet / Divulgação / CP

Foi um longo teste mais de 250 quilômetros rodados na cidade de São Paulo, com ponto de partida, em direção a cidade de Campinas por rodovia com asfalto perfeito, adequada ao estado que tem a melhor rede rodoviária da América Latina. Carro testado: o novo Cruze Sport 6 que sucede ao Cruze Sport. Que nada tinha de esportivo, baseado no morno estilo do Sedan cruze da geração anterior lançada em 2009 na Europa e 2011 no Brasil. Aquele Cruze, um bom carro sem tempero estético. Com mais “pimenta na panela” a GM lançou o novo Cruze sedan no primeiro semestre, enquadrado no novo padrão estético global da montadora. A “ordem” da presidente mundial da Corporação Mari Barra, é que a GM produza carros mais excitantes no design e ainda melhores no conteúdo tecnológico no mercado global a partir deste ano. Já existe esta evidente progressividade estética e tecnológica na nova geração do Cruze.

O novo Cruze Sport 6 substitui ao Cruze Sport que era equipado com o motor 1.8 com 140 hps. E deixava a desejar justamente no item “esportividade”. Porque os 140 hps do 1.8 pareciam sempre no “limite” e não havia potência “extra”, para uma ultrapassagem, uma “acelerada” mais contundente, numa fuga a uma situação difícil no transito por exemplo.

Isto não acontece com este novo Cruze Sport 6, que utiliza a mesma plataforma global do Cruze sedan mas ganhou reforços estruturais na carroceria que suportam a maior potência de 154 hps do motor 1.4 turbinado. Este insere a modernidade do bloco em alumínio, injeção direta de combustível nos cilindros, quatro válvulas por cilindro e controle eletrônico para todas as funções do motor. A eficiência energética do turbo com gerenciamento eletrônico é marcante: há potência de sobra e o conjunto mecânico que adotou um câmbio automático e sequencial de seis velocidades, transmite maior segurança ao motorista, numa ultrapassagem, por exemplo. O torque de 24kgmf se apresenta numa faixa ampla de giros entre 2000 e 4000 rpm, e nas rápidas respostas às exigências do “pé direito”.

Na rodovia os giros sobem e o Cruze Sport 6 avança rápido: pode chegar aos 210 quilômetros horários de velocidade máxima. Muito acima do limite legal, portanto. O Cruze é carro seguro no mundo, tendo recebido cinco estrelas nos testes de impacto realizados nos Estados Unidos da America e Europa. No Brasil o consumidor que preza a segurança tem no Cruze um referencial primeiro mundista, que deveria ser a norma e o padrão e consumo do carro seguro.

As montadoras devem cada vez mais apresentarem os resultados dos testes de impacto aos consumidores. Assim, o Brasil terá em uma década no máximo um sistema viário muito mais seguro e previsível. Onde um carro que bate num poste ou árvore a 64 quilômetros horários, norma mundial nos testes de impacto, salva as vidas dos ocupantes. Além de “estrelado”, o Cruze tem importantes sistemas voltados a segurança ativa e passiva. São os “salva vidas” determinantes para uma condução segura: freios antiblocantes (ABS) com distribuídos eletrônico de frenagem que reparte de acordo com as circunstâncias a força da frenagem entre os eixos dianteiro e traseiro. Mais o Controle de tração com programa eletrChevrolet / Divulgação / CPônico de estabilidade.

Além de sistemas semiautônomos que definem o Cruze Sport 6 como um carro identificado com a direção segura e “vigilante” das ações do motorista. Por exemplo, o Cruze tem como opcional o “assistente a linha reta” que detecta através de sensores qualquer desvio da trajetória e avisa o motorista por sinais visuais e sonoros que ele deve recolocar o carro numa linha reta e segura. Também o detector de ponto cego, extremamente útil numa realidade caótica de trânsito onde o “motoqueiro fantasma” em geral se coloca em pontos da traseira onde o olho do motorista não o capta ou percebe. Então, vigilância eletrônica nele, neles, nos milhões que neste país arriscam suas vidas e dos outros em manobras que vão da inconsequência à pura loucura. Então melhor lidar com a “sanidade” eletrônica do Cruze Sport 6.

Calma, internautas, que Carros & Motos não esqueceu do que não pode faltar no dia a dia dos que vivem grudados aos iPhones, iPads e tudo que transmite recebe na “nuvem”. O Sport 6 integra o competente MY Link, o sistema de conectividade virtual que permite total acessibilidade à realidade que está próxima ou mesmo aquela que só vive na virtualidade. Quem sabe o motorista queira saber quanto desvalorizou seu “bitcoin” hoje. Mas ai é stress puro. Melhor acessar lances mais amenos, com o endereço do fino e delicioso restaurante próximo. Faz bem para o ego deixar o Sport 6 lá no estacionamento. Depois, é só ser “malhado”.

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Por Renato Rossi