Eletroacordes e Delírios de Hamilton
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Eletroacordes e Delírios de Hamilton

Bandas se apresentam na sexta-feira na Toca do Ogro

Por
Chico Izidro

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Nesta sexta-feira, dia 10 de janeiro, as bandas Eletroacordes e Delírios de Hamilton se apresentam na Toca do Ogro, a partir das  22h, no show “Rock Total em Dobro”.  A Toca do Ogro fica na Avenida Ceará, 1491, no Bairro São João, em Porto Alegre. Os ingressos custam R$ 15,00.

A Eletroacordes voltou a ser um trio Foto: João Pedro Cirne Lima / Divulgação / CP

A Eletroacordes, que voltou a ser um trio, conta agora com Luis Tissot (guitarra), Rodrigo Vizzotto (vocal e baixo) e Mateus Melo (bateria), faz um trabalho autoral. Em sua produção, música eclética – sem rótulos, receitas prontas ou jargões pré-fabricados – plugada nas origens do blues, jazz, pop rock psicodélico e anos 1970. Atualmente está na divulgação de seu terceiro EP, “Sono Tão Profundo”, lançado em dezembro do ano passado.

Delírios de Hamilton faz cover do Pop Rock Nacional dos anos 1980 Foto: Arquivo pessoal / Divulgação / CP

A Delírios de Hamilton, por sua vez, é formada por Rafael Poletto (vocal), Itack Nóbrega (bateria), Paulo Pfeiffer (guitarra e vocal), Lobo Nenê (baixo e vocal) e é uma banda cover de Pop Rock Nacional anos 1980. Em seu repertório, Legião Urbana, Barão Vermelho e Cazuza, Titãs, Ira!, Plebe Rude, TNT, Cascavelletes, Garotos da Rua, Camisa de Vênus , Paralamas do Sucesso, Lobão, Júpiter Maçã, Herva Doce, Bandaliera e muito mais.

 

 EP "Sono Tão Profundo", da Eletroacordes

Os roqueiros mantêm viva a indústria do disco, e isto para o pessoal tradicional, é um feito e tanto. As bandas não abandonam os discos físicos, apesar da supremacia atual das plataformas digitais. "É o nosso cartão de visitas", afirmou o líder da Eletroacordes, Rodrigo Vizzotto, que está na praça com seu terceiro EP, "Sono Tão Profundo".

O trabalho da banda é formado por cinco faixas, todas autorais. E o som é calcado nos anos 1960 e 1970, baladas beirando o psicodelismo, com letras reflexivas. Além dos tradicionais guitarras, baixo e bateria, foram utilizados instrumentos como banjo e órgãos e até violino.

"Sono Tão Profundo", "Aquele Beijo", "Violino Amarelo", "O Que me Resta!?!" são baladas roqueiras. Fecha o disco "Não Acreditei", a mais agitada, lembrando muito o rock feito no Brasil nos anos 1980. O disco é para quem curte rock mais calmo, com bom trabalho de guitarras e baixo. Se você curte som mais agressivo, não vai curtir.

A produção executiva ficou por conta de Wagner Rodrigues (Casa Sonora) e Rodrigo Vizzotto, com participações especiais de Leo Jost (backing Vocal), Lisiane Dias Reisdörfer (violino incidental). Além do disco físico, o EP está disponível nas plataformas Deezer, Spotify e outras dez.

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