Cena Rock

Jaydson abre show do CPM 22 neste sábado

Banda do compositor e vocalista é uma das atrações, junto com a Trash Generator e Rotentix, da programação com o grupo paulista em Novo Hamburgo

Jaydson e banda vão apresentar músicas do disco de estreia, “Live Fast, Die Old”
Jaydson e banda vão apresentar músicas do disco de estreia, “Live Fast, Die Old” Foto : Billy Valdez / Divulgação / CP

A banda Jaydson, que leva o nome de seu principal compositor, guitarrista e vocalista, é uma das atrações de abertura para o show do CPM 22, neste sábado, em Novo Hamburgo. A programação ocorre no NH Hall (avenida Ver. Adão Rodrigues de Oliveira, 2484), a partir das 20h, e reúne também Trash Generator e Rotentix. Ingressos aqui.

De acordo com Jaydson, a ocasião é especial por ele ser fã do grupo paulista autor de hits como “Dias Atrás”, “O Mundo dá Voltas”, “Um Minuto para o Fim do Mundo” e “Regina Let’s Go”. “O CPM 22 é uma banda que eu gosto bastante, que ouvia na adolescência. A primeira vez que escutei foi a fita demo deles, então é diferente do que abrir para um outro artista. É um expoente do Rock nacional que vi nascer, crescer e sair do underground. Tem um gosto especial fazer nosso primeiro grande show com os caras”, afirma Jaydson.

As nove músicas do álbum de estreia de Jaydson, “Live Fast, Die Old”, lançado em abril, fazem uma crônica das vivências do autor e compilam suas referências musicais acumuladas desde a juventude. Para materializar as composições, Jaydson uniu-se a músicos experientes da cena gaúcha: Marcel Bittencourt (que assumiu o baixo e a produção das faixas), Renato Siqueira (bateria) e Rodrigo Ferreira (guitarra).

O álbum divide-se em três momentos, cada um contemplando uma trinca de músicas. A trilogia que abre o disco – “She Never Even Tried”, “Filme do Almodóvar” e “Afraid” – é dedicada às relações interpessoais. Já “Live Fast, Die Old”, “I Don't Wanna Die Young” e “Camisa Amarela” foram baseadas em uma visão crítica da sociedade. Por fim, “Psilocybin”, “Somos só Carbono” e “Misery” são inspiradas em questionamentos existenciais e numa possível falta de perspectiva – algo na linha “no future”, dos Sex Pistols.

Conforme Jaydson, “Live Fast, Die Old” é a trilha sonora para quem tem urgência de viver e sabe que é preciso consciência do próprio lugar no mundo para aproveitar o tempo.

Relembre a entrevista do músico ao podcast Cena Rock

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