Entra em cartaz, a partir desta quinta-feira, “Destruição Final 2”, após cinco anos do primeiro filme, “Destruição Final: O Último Refúgio” (disponível para aluguel em streaming). No primeiro, a Terra começa a ser destruída por um corpo celeste que se fragmenta em milhares de pedaços que, ao entrarem na atmosfera, se tornam bolas de fogo que causam explosões ao caírem no solo.
Por ser um engenheiro estrutural, John Garrity (Gerard Butler) recebe um aviso de que foi selecionado para integrar grupos escolhidos pelo governo para sair dos EUA. Nem tudo sai como esperado, mas John consegue embarcar para a Groelândia com sua esposa Allison (Morena Baccarin) e o filho do casal. Anos atrás, a Groelêndia não estava tão em pauta como hoje, mas no filme a ilha serve apenas como refúgio. É neste território gelado que começa o segundo o filme. A família sobrevive em um bunker, mas o espaço apresenta sinais de que está no limite de sua capacidade.
Tanto no primeiro filme, quanto neste segundo, a família se depara com o pior lado da humanidade, quando, frente a um possível apocalipse, passa a imperar a lei do mais forte. Esta sequência, dirigida por Ric Roman Waugh, investe em cenas de ação ao longo das suas 2 horas e 29 minutos, com um ritmo frenético (para parte da plateia, talvez até frenético demais).
Os sobreviventes enfrentam toda sorte de desastres naturais: terremotos, tsunamis, gelo, fogo e abismos. Além disso, se deparam com conflitos entre diferentes grupos humanos, de exércitos a milícias rebeldes. O centro da história está no casal, que faz de tudo para o filho (Roger Dale Floyd) sobreviver. E apesar de todas as situações adversas, a família também cruza com pessoas que não perderam a empatia.
Não é a primeira vez que o diretor Ric Roman Waugh trabalha com Gerard Butler. Ambos já atuaram em outros filmes anteriormente, como "Invasão ao Serviço Secreto" (2019) e "Missão Sobrevivência" (2023). Uma dupla que se encaixou bem em produções do gênero de filmes de ação.
