Para os fãs da saga Star Wars, uma oportunidade de encontrar algo novo é sempre um prazer indescritível. Para os que ainda não são fãs, vale pela novidade que inunda aquele universo paralelo aos gostos pessoais. Em "Rogue One - Uma História Star Wars", escrito por Chris Weitz e Tony Gilroy, podemos revisitar o universo da obra marcante de George Lucas. Sem envolver-nos, diretamente com todos os personagens já conhecidos do imaginário star wars.A trama se centra na construção da Estrela da Morte, espécie de bomba atômica interestelar, que coloca em cena a jovem Jyn Erso (vivida por Felicity Jones), seu pai Galen (Mads Mikkelsen) e seu tutor Saw Gerrera (Forest Whitaker). A jovem Jyn, crescida, se alia aos rebeldes e começa nova aventura com o piloto Bhodi Rook (Riz Ahmed), no cenário de acontecimentos que se localiza no tempo entre as produções "A Vingança dos Sith" e "Uma Nova Esperança".
Uma das cargas que pesa no filme é o humor, que ilumina um pouco a ambientação que é feita em clima mais escuro que os demais filmes. Ausentes das cenas, os famosos Jedis também brilham por esta ausências, gerando espécie de desejo reprimido dos espectadores. Mas o vilão Darth Vader surge, imponente e arrebatador, marcando espécie de conexão necessária com a saga.
"Rogue One - Uma História Star Wars" é daqueles filmes nos quais é fundamental permanecer atento até o último momento, para não perder o final, revelador e bem produzido. Que serve, ainda, de espécie de despedida da Princesa Lea, cuja atriz, Carrie Fisher, morreu há poucos dias. Mas deixou gravadas cenas para a próxima jornada ao lado da Força.
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