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Mel Gibson em roubada

Mel Gibson em roubada

Gosto e respeito o trabalho de Mel Gibson. Incluindo "Mad Max" e "Apocalypto" numa longa lista de filmes marcantes na carreira do ator/diretor. Mas sua investida em viver o detetive do departamento de homicídios, Thomas Craven em "Fim da Escuridão", é uma decepção. Repleto de lugares comuns e sem grandes novidades, torna-se o verdadeiro filme "Mais do Mesmo".

 E em tempos de Jack Bauer vivendo 24 horas de tensão sem parar, Gibson não convence no papel do pai ausente, policial ético que faz questão de investigar a morte da própria filha. Mesmo com os envolvimentos éticos, políticos, econômicos e morais, o filme não passa de diversão passageira. É verdade que tem umas três ou quatro cenas de tirar o fôlego, que pegam o espectador desavisado. E era isso. O início só acontece depois do primeiro susto. 

Contar o enredo é minimizar o filme ao que ele tem de menos interessante, numa mesmice do que já se viu em muitas produções. O diretor é Martin Campbell, um neo zelandês, que já fez dois filmes da série 007 e "A Lenda do Zorro", entre outros. Todos melhores do que esta produção, que remete À série de televisão inglesa... na telinha funciona mais que na telona... vá ver, se não tiver nada melhor em mente...

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