Após 20 anos, a sequência de "O Diabo Veste Prada" é uma das boas estreias do ano até agora. Com o mesmo diretor que o original, David Frankel, o filme atualiza o momento de crise do jornalismo, em que mídias tradicionais estão perdendo espaço para aplicativos e mídias digitais.
Meryl Streep interpreta Miranda, que ainda é poderosa, mas a revista em que trabalha é envolvida em um escândalo. Seu "fiel escudeiro", Nigel (Stanley Tucci) ainda trabalha com ela. Ambos fazem atuações repletas de classe e sofisticação.
Para ajudar e superar a crise da publicação, Andy (Anne Hathaway) é chamada e trabalhar novamente na revista.
Enquanto tenta se ambientar no local de trabalho, um boato de que a revista pode ser vendida coloca todos em polvorosa. A partir daí, estratégias entram em jogo.
A personagem coadjuvante Emily, vivida por Emily Blunt, também reaparece e, desta vez, ganha mais destaque.
Em determinado momento, a narrativa sai de Nova York e vai Milão, onde a estética do filme se torna ainda mais deslumbrante.
Participações de estilistas famosos, como Donatella Versace, integram o longa-metragem.
Por plataformas de reação ao filme, como Rotten Tomatoes, 79% aprovou a sequência. É um título para ser assistido com leveza, ressaltando as excentricidades do mundo da moda. É uma boa opção.
