O filme “Um Homem de Sorte” é um romance no sentido literal da palavra. Com direção de Scott Hicks, é baseado no livro homônimo de Nicholas Sparks, autor de best-sellers lacrimosos já adaptados ao cinema, como “Querido John”, “A Última Música”, “Noites de Tormenta” e “Uma Carta de Amor”.A narrativa começa com o fuzileiro naval norte-americano Logan Thibault (Zac Efron) na guerra do Iraque. Em certo momento, ele encontra uma fotografia de uma loira no chão, em meio à areia e pedregulhos, e se abaixa para pegá-la. A poucos metros dali, estoura uma bomba. Desta forma, ele acredita que o ato de ter pego a foto salvou a sua vida. De volta aos Estados Unidos, com 25 anos, ele se sente sem rumo. Seu objetivo passa a ser encontrar a jovem daquela daquela imagem. Através de um farol que aparece na foto ele localiza a provável cidade onde ela mora e finalmente a encontra. É Beth (Taylor Schilling), dona de um canil. Ela mora com seu filho de 8 anos e a avó (Blythe Danner). Beth acha que Logan está ali por causa de um anúncio de emprego. Sem jeito, ele aceita o serviço e tenta encontrar o melhor momento de dizer a Beth a verdadeira razão de estar ali: agradecer por estar vivo.
Apesar da desconfiança inicial dela e das complicações em sua vida, um romance começa entre eles, dando a Logan a esperança de que Beth pode ser mais do que o um amuleto da sorte.
Este filme tem um bom roteiro, com todos os detalhes convergindo para um final feliz e deve agradar às plateias que estavam com saudades de uma história de amor envolvente.
As fãs de Zac Efron desde os tempos de “High School Musical” poderão se fartar. O ator aparece mais bonito do que nunca. Ao contrário do que título sugere, o filme poderia se chamar “uma mulher de sorte”, visto que Beth encontra, batendo à sua porta, o belo moreno de olhos azuis. Além disso, ele é ótimo e discreto funcionário (e ainda serve de segurança), conserta os estragos da casa, é ótima companhia para seu filho, adora cães, sabe filosofia e toca piano virtuosamente. Ela sim é que é uma mulher de sorte!
Por Adriana Androvandi
