Não apenas jogadores, treinadores e dirigentes deveriam ser premiados em dar entrevistas coletivas ao final dos jogos.
Os árbitros, o de campo e o do VAR, também.
Não há nada de inquisitorial no fato.
Jogador é emparedado quando perde pênalti decisivo, treinador quando o time é goleado e dirigente é massacrado por perguntas quando as coisas vão mal.
Peça importante da engrenagem, os assopradores de apito e pretensos analistas de imagem deveriam justificar suas atitudes. Tarefa facílima desde que sigam as regras.
Sim, o futebol tem regras.
Gostaria de ter entrevistado o árbitro de campo de Grêmio 2 x 1 Juventude, Jonathan Pinheiro, e o do VAR, Douglas Silva.
Perguntaria se conhecem a regra do pênalti, e como a interpretam. Em resumo, um pênalti é dado quando um jogador cometer uma infração punível com um tiro livre direto dentro da própria área penal.
Se interpretam de outra forma, não poderiam estar trabalhando.
Não em partidas oficiais de futebol.
O dirigentes devem insistir na obrigatoriedade dos árbitros darem entrevistas.
Será divertido. No mínimo.
