A Federação Gaúcha de Futebol divulgou os áudios do VAR reclamados pelo Grêmio na vitória por 2 a 1 sobre o Juventude, no último sábado, no jogo de ida da semifinal do Gauchão.
No lance mais polêmico, um pênalti do zagueiro Abner, do Juventude, no meia Monsalve, o árbitro Jonathan Pinheiro mandou o lance seguir.
Quando a bola parou, ouviu o árbitro de vídeo, Douglas Schwengber da Silva.
- Nada! Nada eu vejo! Passando para cabine.Ele (Monsalve) deixou bater!
Ele botou o pé na frente e deixou bater".
Árbitros de campo e de vídeo concordaram.
Depois segue a conversa.
- Agora checando.
Deixa eu ver esse contato, se ele chuta o jogador.
O jogador do Grêmio antecipa, mas o jogador defensor primeiro faz o contato com a bola, e há esse contato com o jogador do Grêmio por ele ter tentado se antecipar à bola, mas quem chuta a bola é o jogador do Juventude.
Segue com a decisão do campo, é uma jogada limite".
Pinheiro retoma a partida sem assistir ao lance na beira do gramado.
Aqui, o erro.
O árbitro de campo deveria ir ao monitor quando ouvie "é uma jogada limite".
Assim como o árbitro de vídeo deveria recomendar a revisão.
Há acerto no segundo lance polêmico.
Quando Douglas da Silva aconselha a revisar o lance que origionou o gol de Edenílson.
“Sugiro revisão para possível falta na troca de posse (de bola)”.
Áudios mostram concordância entre árbitros de campo e vídeo no pênalti não marcado. O erro e o acerto
A Federação Gaúcha de Futebol divulgou os áudios do VAR reclamados pelo Grêmio na vitória por 2 a 1 sobre o Juventude, no último sábado, no jogo de ida da semifinal do Gauchão.
