O Inter está na obrigação de ganhar da Ponte Preta.
E na torcida para que o Santos derrote o Figueirense.
No papel, Roth monta um time ofensivo: Danilo Fernandes; William, Paulão, Ernando e Geferson; Anselmo e Rodrigo Dourado; Anderson; Eduardo Sasha, Valdívia e Vitinho.
No papel, pois na prática... Anderson é um meia ofensivo, como são ofensivos Eduardo Sasha, Valdívia e Vitinho.
Mas se Sasha e Valdívia tiverem como missão atacar e ajudar o sistema defensivo poderemos ver Vitinho como atacante isolado.
Marcar a saída de bola da Ponte é uma obrigação; já recuar para dar assistência aos laterais enfraquece o ataque.
Em outros tempos, com um outro Inter, o torcedor iria para o Beira-Rio com a certeza de um bom resultado.
Hoje não é assim.
Não há jogo jogado.
Para quem perdeu em casa para o Vitória e empatou contra o Santa Cruz não há adversário modesto.
Contra este Inter todos são gigantes.
A lógica manda o Santos derrotar o Vitória, mas a mesma lógica mandava o Vitória perder para o Fluminense.
Deu empate.
Se o melhor da festa é esperar por ela, o pior da agonia em casos como o do Inter é esperar pelo apito inicial.
