Nesta quinta-feira, dia 2, estarei no Grêmio Náutico União.
Lá também estará psiquiatra José Facundo.
Assunto: Síndrome do Pânico e outras fobias.
O evento será no Salão Nobre da sede Alto Petrópolis.
A entrada é gratuita.
Para sócios e não sócios.
Venda de livros no local.
Participe doando um item de alimento não perecível para o Grupo União Voluntários.
http://gnu.com.br/event/mesa-de-conversa-e-sessao-de-autografos-com-hiltor-mombach/
Falarei sobre a doença que me acompanha por quase três décadas.
Da capa do livro “Quando o Corpo Grita-Síndrome do Pânico”.
Em 1991 o jornalista Hiltor Mombach foi tomado por um pavor indescritível, um sentimento desconhecido até então.
Peregrinou por consultórios médicos, realizou vários exames do coração e nada.
Não havia um diagnóstico.
Através de sua esposa, Judith Vergara Martins Costa, soube que poderia estar sofrendo de síndrome de pânico.
Um psiquiatra confirmou o diagnóstico.
Começou ali um processo de convivência com a doença que se estende até os dias atuais. As sessões de terapia foram decisivas na compreensão da síndrome.
O cérebro dispara uma mensagem de morte iminente.
A crise, sempre dramática, pode durar horas.
Este livro traz o relato da descoberta da doença, seu tratamento e as formas de como é possível, em alguns casos, prevenir a crise.
Em um dos capítulos, Hiltor relata como consegue, depois de um longo tratamento, pressentir um ataque de pânico, no que ele denomina de “pegar o pânico pelo rabo”.
E o paradoxo da doença, pois coisas que o fazem muito feliz surgem também como as maiores ameaças.
Dois renomados psiquiatras, José Facundo Passos de Oliveira e Gildo Katz, ajudam a entender a síndrome do pânico com uma visão a partir de Freud.
Um relato sincero, uma visão da doença como poucas vezes foi registrada em livro. (com participação e leitura de José Facundo Oliveira e Gildo Katz)
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