Hiltor Mombach

Bom dia Hiltor!


O Inter foi um dos primeiros clubes (se não o primeiro), a democratizar as eleições para presidente (não recordo do ano) e essa cláusula de barreira foi aprovada na época. Talvez ela devesse ser reduzida, ou criar outros critérios como você mesmo mencionou, ou então não limitar em apenas dois os que podem concorrer com o voto do associado. Antes de qualquer coisa sou sócio e quero muito que a decisão do futuro do inter passe pelos associados. Nada melhor, até mesmo para os conselheiros e suas ambições e que podem no futuro pagar um preço alto por não possibilitar isso ao associado. Também acho pouco ético se ocorrer alguma manobra para impedir que alguém dispute o 2º turno. Obviamente que sabemos que muitas “manobras” e “negociações políticas” são feitas dentro do conselho. Mas cabe lembrar o seguinte: Quem elegeu os conselheiros?Os sócios. Co m certeza pouco associados ao votarem na chapa de eleição do conselho se deram conta de que isso que isso poderia ocorrer. Então ao escolher em ampla maioria conselheiros de situação e existindo uma cláusula de barreira, essa possibilidade sempre foi real, e não ouvi ninguém reclamar dela antes. Não gostaria que a eleição se decidisse hoje, mas se isso ocorrer estará dentro das possibilidades e regulamentações previstas pelo clube. Democracia é isso, respeitar o que for escolhido, dentro das regras estabelecidas e que são de conhecimento de todos. Se essas não são as melhores regras, que democraticamente se possa debater e buscar as melhores alternativas.


Att. / Fernando Velho