Hiltor Mombach

"A Arena é nossa"

Hoje, talvez seja possível se concluir ainda que não passou de um conto da Carochinha de que o Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) estava interessando no naming rights

Informei ontem, no blogue e na coluna, que a gestão Romildo Bolzan desistiu de comprar a gestão da Arena. 
Segue uma publicação de junho de 2013 feita por este colunista no meu blogue www.correiodopovo.com.br.
Da publicação, posso concluir que há quase uma década o clube vem sendo driblado pela construtora.
Cansado de negociações que não levaram a nada vai judicializar a questão. O Ministério Público fez diversas intervenções, sem sucesso.
Abaixo, o texto.
“Após a aprovação na noite dessa segunda-feira por unanimidade o novo contrato entre Grêmio e OAS para administrar a Arena, o presidente Fábio Koff concedeu entrevista coletiva ao lado do diretor da OAS, Carlos Eduardo Barreto, e do presidente da Arena Porto-Alegrense, Eduardo Pinto. 
As primeiras palavras do mandatário foram de otimismo em relação ao futuro: "A Arena é do Grêmio. É um sonho, uma realidade como poucos. A partir de agora, juntos, Grêmio, Arena Porto Alegrense e OAS estaremos unidos pelo estádio", declarou Koff.
Emocionado com a costura contratual realizada por ele com a construtora, Koff lembrou da conquista do Mundial Interclubes em 1983, sob sua primeira gestão no clube. “A emoção que senti com a aprovação do contrato foi a mesma que senti em 1983. Chegaremos sim a trazer para a Arena a alma e a vida que o Olímpico proporcionou", discursou.
A troca de chaves entre o Grêmio e a OAS deve ocorrer num prazo de 90 dias, sendo renováveis por mais 90, caso haja necessidade de melhorias na Arena. A implosão do estádio Olímpico está prevista para ocorrer em outubro, mas também pode ser adiada. O presidente Koff contou que duas empresas já se ofereceram para alugar o nome do estádio do Grêmio, os chamados naming rights.”
Hoje, talvez seja possível se concluir ainda que não passou de um conto da Carochinha de que o Industrial and Commercial Bank of China (ICBC) estava interessando no naming rights e na projeção de que o investimento renderia R$ 34 milhões por ano.