O relatório elaborado pela Comissão de Ética do Grêmio sobre o Caso ISL foi arquivado em 2007 com 115 votos, contra 89 pela votação.
A maioria optou por não ouvir o conteúdo do documento que tratava da gestão do ex-presidente José Alberto Guerreiro na questão.
O conselheiro Pedro Ruas atuou como relator da comissão de Ética ao lado de Geraldo Nogueira da Gama, José de Jesus Peixoto Camargo e Omar Selaimen.
Dias depois, o presidente da Comissão de Ética, Geraldo Nogueira da Gama, entregou a carta de demissão coletiva ao presidente do Conselho Deliberativo, Mauro Knijnik.
Em agosto de 2000, a ISL do Brasil emitiu três cheques em nome do Grêmio num valor de R$ 555.799,00.
O dinheiro deveria servir para o pagamento de multas relativas à contratação de Amato, Astrada e Paulo Nunes.
Após a falência da ISL, empresa suíça que patrocinava o Grêmio, ficou constatado que os três clubes não haviam cobrado multa ou recebido o dinheiro.
Nominais ao Grêmio, os cheques foram endossados e depositados em contas de terceiros. Em junho de 2005, a 1ª Vara Criminal havia aceitado denúncia do Ministério Público contra 11 pessoas envolvidas no caso.Na gestão Guerreiro o Grêmio conheceu as páginas policiais.
Mas o Grêmio não caiu com Guerreiro.
Obino assumiu em 2003.
Pegou um clube em estado falimentar.
A folha despencou de mais de R$ 2 milhões (dinheiro da ISL) para menos de R$ 500 mil.
Em 2004 a má gestão (1999 e 2003) cobrou seu preço com o rebaixamento.
A bomba da queda estourou em Obino, um presidente acima de qualquer suspeita no quesito honestidade.
Já a bomba do rebaixamento colorado caiu no colo da gestão hoje investigada pelo MP.
Um caso que o Inter não arquivou.
Esta é outra diferença.
