Há uma divisão de opiniões dentro do próprio Grêmio na questão Arena.
Uma ala acha fundamental que se compre a gestão do estádio (ou que se antecipe a compra, pois a gestão será do clube em 2032).
Outra ala acha melhor ficar como está, com a Arena Porto-Alegrense, empresa criada pela OAS, administrando o estádio.
Uma terceira ala considera inviável a compra da gestão tamanha a complexidade da negociação, que envolve várias instituições bancárias.
Koff achava que, como a OAS está em recuperação judicial, uma das premissas do Grêmio nessa negociação é que a compra da Arena tem que ser aprovada em assembleia dos credores da OAS.
