Hiltor Mombach

A COPA ATÉ AQUI

A COPA ATÉ AQUI

Futebol vistoso só a Alemanha apresentou até aqui na Copa da África do Sul. É verdade que encarou um rival modesto, a Austrália. Em 2000 estive em Sidney para os Jogos Olímpicos. O futebol por lá tentava se livrar do amadorismo. Se os alemães vão repetir o espetáculo contra a Sérvia não sei. A estreia foi arrasadora.
O futebol africano antes tão alegre e vibrante, virou enlatado, sonolento; a Argentina fez 10min espetaculares contra a Nigéria a parou; a Inglaterra suou para empatar contra os Estados Unidos na batalha dos impérios; a Holanda jogou menos do que se esperava, embora os 2 a 0 sobre a Dinamarca. Com um gol contra. Mas gol contra vale. A Dinamarca segue a mesma: emperrou. De “Dinamáquina” não tem nada.
A Itália arrancou um empate suado contra os guerreiros paraguaios. Largou atrás e só chegou ao 1 a 1 graças a uma falha na saída do gol do arqueiro Vilar. Falha terrível. E não foi culpa da Jabulani.
Argentina, Inglaterra, Holanda, Itália e Dinamarca ainda podem nos surpreender. Há tempo. A Copa está começando. E há a Espanha para confirmar, ou não, todo cartaz que carrega.
Os coadjuvantes foram só isto até aqui: coadjuvantes. Com nota de louvor para a Coréia do Sul e Paraguai.
Com o que se viu até agora, cresceram as chances do Brasil.
Embora todas as dúvidas sobre o selecionado de Dunga.