Hiltor Mombach

A corrida frenética do Inter

É o último ano da gestão Barcellos, que certamente buscará a reeleição. Nenhum título foi conquistado, nem o ruralito, porém há uma coleção de fiascos históricos.

Alessandro Barcellos, presidente do Inter
Alessandro Barcellos, presidente do Inter Foto : Ricardo Duarte / Inter / CP

Nem sempre é possível fazer o filtro correto das informações obtidas. 
Há de se separar as oficialistas das intriguistas, as plantadas e aquelas marcadas por interesses e interésses.
Algumas vezes sigo minha intuição. 

Há uma corrida desesperada da direção do Inter por reforços.
Meu sentimento é de que Mano Menezes vinha comandando as indicações e de que foi atropelado por Alessandro Barcellos, que segue dando as cartas no futebol.
Justifico o motivo do desespero. 

É o último ano da gestão Barcellos, que certamente buscará a reeleição. 
Nenhum título foi conquistado, nem o ruralito, porém há uma coleção de fiascos históricos.
Ao final de 2022, o Inter deitou em berço esplêndido dando como favas contadas a conquista da Gauchão. 

Despertou assustado com a rapidez do Grêmio em remontar a sua equipe.
Minha intuição diz que a opção de Mano era por jogadores com outro perfil. É dele a frase recente “eu sou parte culpada por essa demora, porque estabelecemos um grau de exigência mais alto".

 A rápida remontagem do Grêmio deixou o Inter de cabelo em pé. Isto e o efeito Luis Suárez. Como dizia Emídio Perondi “esta é que é a verdade, esta é que é a realidade”.